O que você precisa saber antes de adotar um gato filhote

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Cinco pontos que todo mundo que tem um gato gostaria que alguém tivesse dito antes da decisão.

Ver as fotos de gatinhos na internet está te fazendo considerar adotar um para chamar de seu? A gente entende o sentimento, afinal, eles são fofinhos, independentes e ótimas companhias.

Adotar um animal filhote e acompanhar o seu desenvolvimento é uma delícia, mas é importante que os pais e as mães de pet, especialmente, aqueles de primeira viagem, saibam que nem tudo são flores.

Um gato filhote vai exigir vários cuidados, como um veterinário perto de você e investimentos na infraestrutura do espaço que vai recebê-lo. Além disso, vocês vão precisar passar por uma fase de adaptação.

Os apaixonados por gatos garantem que vale muito a pena, mas é bom saber de alguns pontos antes de tomar uma decisão.

Gato vive, pelo menos, 15 anos

Esta é uma informação muito importante: ao adotar um gatinho, você estará assumindo um compromisso a longo prazo. Os gatos domésticos vivem, em média, 15 anos, mas, se bem cuidados, podem ter uma expectativa de vida ainda maior.

Isso quer dizer que todos os planos que você fizer, a partir do momento em que adotar um gatinho, vão precisar levá-lo em consideração. Se você planeja fazer um intercâmbio nos próximos anos, por exemplo, talvez, essa não seja uma boa ideia agora.

Cada animal tem uma personalidade

Conversar com outros tutores de gato é sempre uma boa ideia, mas é preciso ter em mente que cada animal tem a sua própria personalidade. Nada garante que o seu gatinho vai ser tão independente quanto o do seu amigo ou tão dengoso quanto aquele outro que não desgruda do dono.

Se o felino que você pretende adotar já tem alguns meses, é provável que a pessoa que cuidou dele até então possa te dar algumas pistas sobre a personalidade do animal, mas é importante saber que ela também pode mudar ao longo da vida.

Sua casa precisa ser adaptada

Antes da chegada do animal, é essencial preparar o ambiente para recebê-lo. Uma das primeiras providências é colocar telas nas janelas e nas sacadas para evitar os acidentes e as famosas saidinhas dos gatos. Nas ruas, eles ficam expostos às doenças graves, como FIV, FeLV e PIF.

Além disso, você vai precisar comprar comedouro, bebedouro, caixinha de areia, caminha, etc. Se for possível, também é uma ótima ideia “gatificar” o ambiente, instalando nichos, arranhadores e prateleiras, para que o animal possa gastar a energia, evitando que ele desenvolva estresse e ansiedade.

Gastos com saúde devem ser considerados

Além dos investimentos iniciais, com comida e areia, é necessário colocar no papel os custos que você terá com a saúde do bichinho, especialmente, no primeiro ano, mas não só isso. Todo animal precisa ser vacinado e fazer exames de rotina periodicamente, sem falar no tratamento, caso ele fique doente.

De início, assim que você adotar um gatinho, deve levá-lo ao veterinário para que ele cheque se está tudo bem, administrando a vermifugação e as primeiras vacinas. O pet também deve ser castrado quanto antes, pois, o procedimento previne vários problemas e ajuda a acalmar o animal doméstico.

Dias iniciais podem exigir paciência

Os gatos são animais independentes e muito higiênicos, mas isso pode não ser exatamente verdade na fase de adaptação. No início, eles podem ficar assustados com o novo ambiente, especialmente, se acabaram de ser separados da mãe e dos irmãos. Também é comum que, nos primeiros dias, eles façam as necessidades em algum local inadequado, sobretudo, o xixi, que é usado pelos animais para marcar território. Alguns produtos em spray podem ajudar a resolver o problema, caso ele aconteça, mas, em geral, a solução é ter um pouco de paciência.

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