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Inscreva-se para o “Projeto Encounters – Comprador & Imagem”

Encounters

De 16 a 18 de julho, no Centro Cultural Midrash, o SEBRAE e a BM&A estarão promovendo o “Projeto Encounters – Comprador & Imagem”, do Brasil Music Exchange. A proposta é promover um espaço de negócios internacionais com seminário, debates e encontros de negócios.

Este projeto trará para o Estado compradores de música para negociar com produtores locais e promover a música do Brasil no exterior. Através das ações promovidas, eles terão a oportunidade de conhecer o trade da música no Rio de Janeiro, o mais representativo do Brasil.

Saiba mais sobre as ações:

SEMINÁRIO

Realização de um ciclo de encontros com a participação dos convidados e de agentes locais da música no Rio de Janeiro. Propõe-se ainda uma apresentação dos convidados internacionais sobre o mercado de atuação de cada um.

PITCHING

Oportunidade de bandas e produtores brasileiros apresentarem em três minutos suas propostas para a banca de possíveis compradores da música brasileira.

ENCONTROS DE NEGÓCIOS

A partir destas apresentações, os compradores selecionam os que mais interessam para uma rodada de negócios individual.

AGENDA:

Dia 16/07

14h às 16h – Seminário com os convidados internacionais

16h30 às 18h – Mesas Redondas;

18h – Anúncio do resultado da seleção para o Pitching

Dia 17/07

10h às 16h30 – Pitching;

16h30 às 18h – Avaliação do Pitching;

18h – Anúncio do resultado do Pitching para participação na Rodada de Negócios.

Dia 18/07

9h30 às 12h30 – Rodadas de Negócios;

14h30 às 16h – Finalização e apresentação dos resultados

A inscrição para o pitching vai até o dia 15 de julho, é gratuita e feita com o preenchimento de uma ficha de inscrição online em inglês – http://bit.ly/M0jYDO – e o envio de 3 faixas em mp3 do(s) artista(s) representado(s) no site http://soundcloud.com/groups/encounters-2012-rio-de-janeiro/dropbox.

Os convidados selecionarão até 50 empresas/artistas brasileiros para participarem do Pitching.

A partir do Pitching ou de uma seleção prévia do comprador, será organizada a agenda de cada empresário estrangeiro para uma reunião individual com os brasileiros que mais lhes interessarem. Esta fase, chamada de encontros de negócios, acontecerá no 3º dia.

Para se inscrever somente no Seminário “Música em Debate”, clique aqui.

O Centro Cultural Midrash fica na Rua General Venâncio Flores, 184 – Leblon.

O nome e o perfil dos compradores:

Robert Singerman

Robert Singerman trabalha com música há mais de trinta anos e já atuou como empresário, agente, gerente executivo de gravadora, consultor, produtor, programador e supervisor de música. Conhecido por descobrir e desenvolver talentos, ele já representou uma grande variedade de artistas, como REM, Gipsy Kings, James Brown, Suzanne Vega, Sun Ra, Violent Femmes, Fleshtones, 10.000 Maniacs, Smithereens, Fela Kuti, Sunny Rei Ade, Longhair Professor e os Hoodoo Gurus, e muitos outros. Reconhecido como um dos principais defensores do novo jazz, da new wave e da música mundial a partir do final dos anos 70 e 80, Robert já falou em conferências pelo mundo todo, incluindo SXSW, Midem, CMJ, New Music Seminar, Popkomm e o Mundo Cultural Económica Fórum.

Kyle Hopkins

Kyle Hopkins é Supervisor de Música da Microsoft / Xbox. Ele cuida das trilhas sonoras para jogos da Xbox e de música no Windows, Windows Mobile, Xbox Live e campanhas de marketing do Zune. Hopkins também organiza programas semanais de rádio, como o KEXP 90,3 e o “Estação do Ano”. Kyle é um fanático por música e um ávido colecionador de discos de vinil.

Ariel Hyatt

Ariel Hyatt é uma publicitária americana, escritora e estrategista de mídia social. É presidente e fundadora do Ariel Publicity, uma empresa de social media com sede em Nova York, e da Cyber PR, sua marca online. Ela escreveu o livro ”Music Success in 9 Weeks” e co-escreveu o “Musician’s Roadmap to Facebook and Twitter”. Seus clientes musicais incluem Lee Scratch Perry, Kelly Richey, George Clinton, The Nitty Gritty Dirt Band, Derek Sivers of CD Baby e Project Logic, que contou com John Popper do Blues Traveler e DJ Logic.

Melinda Lee – Getty Images Music

Como diretora da Getty Images Music, Melinda L. Lee dirige a empresa de música digital com foco em desenvolvimento de negócios e parcerias estratégicas, que incluem selos, editoras e artistas, e novas plataformas digitais. Lee é responsável pela implementação da estratégia de crescimento da Getty Images Music e pelo desenvolvimento de relacionamentos de clientes novos e antigos. Desde que se juntou à empresa, em abril de 2011, Lee expandiu a oferta de música em 30 por cento. Antes da Getty Images, ela co-fundou a Uncensored Interview, uma produtora digital e licenciadora de conteúdo focada em bandas e artistas. Anteriormente, Lee coordenou também a estratégia de gerenciamento de conteúdo no Joost, e inaugurou a programação de mídia tradicional para a era digital, liderando o conteúdo de toda a empresa e licenciando parcerias na MTV Networks por mais de 6 anos.

Matt McDonald – CMJ Network

O foco principal de Matt McDonald está na programação de showcases de artistas na Maratona de Música CMJ. Atualmente, já em sua 32º edição, a Maratona atrai mais de 1300 artistas e 100.000 fãs de música de todo o mundo para NYC todos os invernos. Este ano o festival acontece entre os dias 16 e 20 outubro. Além disso, McDonald supervisiona vários eventos, passeios e iniciativas de licenciamento musical no CMJ ao longo do ano. Antes de ingressar na CMJ, em 2005, ele agia como um caça talentos em vários clubes de Nova York.

Tracy Maddux – CEO CD Baby | BookBaby | HostBaby

Maddux está baseado em Portland, Oregon, e é responsável por todas as marcas do CD Baby. Em 18 meses, o CD Baby lançou um serviço de licenciamento de sincronização para seus clientes em parceria com Rumblefish; lançou a MusicStore no Facebook para venda direta de discos de artistas do CD Baby por ecommerce, e escalou o BookBaby de centenas de títulos de eBooks para quase 5.000 títulos e autores. Antes de ingressar na CD Baby, em 2010, Tracy trabalhou na diretoria e em cargos de finanças em empresas de tecnologia e de manufaturas, como Versalogic e Intel Corporation. De 2001 a 2008, Maduxx gerenciou o Logic General, Inc., uma fabricante de disco óptico e prestador de serviços de atendimento. Na Intel, ele esteve envolvido nas finanças e no apoio aos esforços de inúmeras empresas de desenvolvimento, incluindo uma aliança entre a R&D e a NEC Corporation, e na venda e licenciamento de propriedade intelectual de inúmeras pessoas. Participou como conferencista da USAID sobre temas que vão desde e-commerce até análise financeira na Universidade de Budapeste. Tracy atua em vários conselhos sem fins lucrativos, incluindo PUSH America, Pi Kappa Phi Fraternity, e é presidente do Young Entrepreneurs Business Week. Recebeu seu diploma de graduação da Universidade do Texas, em Austin, e MBA em Finanças e Sistemas de Informação pela Escola de Administração Kelley, da Universidade de Indiana.

Leticia Montalvo

Nova Iorquina, Leticia Montalvo fundou a “Tempest Entertainment” em 1993, depois de ter trabalhado na Sounds of Brazil, desenvolvendo eventos e administrando sua agência “caça-talentos”. Tempest Entertainment tem sido uma grande responsável pela contínua conscientização de música internacional nos Estados Unidos e cresce para se tornar uma empresa de marketing multi-facetada, produzindo eventos internacionais públicos, privados e corporativos. A Tempest Entertainment inclui a Expresiones LatinasTM, SalsaSon, AfricaFete, Women of Reggae, African Heart Latin Soul, African Odyssey, Tudo Isto e Fado e futuramente The Soul of Brazil [at The Apollo Theater ] e Do BrazilTM.Entre os muitos artistas cujas carreiras a Tempest tem promovido na América do Norte estão Maria Rita, Gal Costa, Celia Cruz, Tito Puente, Marc Anthony, Hugh Masekela, Gilberto Gil, Mariana Aydar, Mercedes Sosa, Angelique Kidjo, Camané, Tia, Tulipa, NG La Banda, La India, Eddie Palmieri, Youssou N’Dour Ismael Lo, The Gift, Jorge Ben Jor e Daniela Mercury. A Tempest é a gerenciadora internacional de Daniela Mercury, Camané e The Gift.

Kavi Ohri – vice-presidente Music Dealers

Kavi supervisiona as operações diárias de negócios em uma empresa da costa leste, onde se empenha em ajudar marcas globais, agências, cinema e redes de TV. Auxilia também supervisores de música a encontrar as melhores soluções musicais para seus vários projetos, ligando-os a uma comunidade crescente de artistas independentes e compositores. Antes de ingressar na Music Dealers, Kavi foi VP de música na agência criativa e na empresa de produção Decon. Também foi por 6 anos diretor da A&R na Virgin Records onde trabalhou com uma vasta gama de artistas e em vários remixes, levando duas indicações ao Gramny em 2005. Começou sua carreira no mundo da música como voluntário na estação de rádio KCRW, em Los Angeles.

Curso: “Planejando para internacionalizar a música brasileira”

Fulo de Araca - flickr - 55953988atN00 - 3514118176 - CC BY 2-0

Conhecimento é fundamental para quem quer fazer shows ou ter seu fonograma licenciado no exterior.

Este curso é direcionado para que gestores de pequenas empresas tenham a oportunidade de conhecer como é a parte prática e operacional da atuação do mercado da música no exterior. Após este programa de qualificação, você vai ter a oportunidade real de conhecer pessoas com potencial para levar seu trabalho para fora do Brasil participando de ações, tais como: Projetos Compradores, feiras e eventos no exterior, entre outros.

Temas:

  • Planejando para internacionalizar
  • Vendas online no mercado internacional
  • Pesquisa sobre o mercado da música no mundo
  • Marketing – construção da marca no Mercado Internacional
  • Plano de Negócios
  • Direito Autoral
  • Demandas do mercado internacional
  • Ações de BM&A e oportunidades no mercado internacional
  • Casos de sucesso

Dias:

02/7 – 14h às 18h

03/7 – 10h30 às 18h30

04/7 – 14h às 19h

Local: Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) – Praça Tiradentes, 71 – Praça Tiradentes – RJ.

As inscrições para o curso estão encerradas.

Foto: Fulô de Araçá, CC BY 2.0

SEBRAE e FIRJAN promovem o “Encontro Economia Criativa”

O SEBRAE e a FIRJAN tem o prazer de convidá-lo(a) para o evento “Encontro Economia Criativa”, que visa apresentar e discutir assuntos ligados ao tema, abordando: Cidades Criativas, Movimentos Criativos e Projetos Criativos Sustentáveis, como parte da grande ação paralela da FIRJAN às atividades da Conferência Rio+20, em parceria com a FIESP e Fundação Roberto Marinho e patrocínio da Prefeitura do Rio e SEBRAE.

Dia 13 de junho de 2012, de 9h às 13h

Espaço das Ideias Circulantes – Forte de Copacabana.

Encontro Economia Criativa

No site da revista ARede: “Um negócio bem afinado”

Foto: Heavy Roc Music, por p_kirn, CC BY-SA 2.0

Projeto Estrombo, do Rio de Janeiro, articula agentes culturais para enfrentar profissionalmente os desafios tecnológicos da nova cadeia produtiva da música.

Por João Varella

Em 2003, quando decidiu gravar seu disco de estreia, a mineira Raquel Coutinho se isolou em uma fazenda para fazer pesquisas e experimentações. Em meio ao paraíso das montanhas da Serra do Cipó, em Minas Gerais, não tinha acesso a televisão e telefone, muito menos a internet. Em 2007, quando o álbum Olho d’água
ficou pronto, o mundo fonográfico era outro. O pouco poder que ainda restava às gravadoras parecia ter se esvaído completamente, levado pela popularização da banda larga e pelo download de músicas. Cento e quarenta caracteres bem escritos conseguiam fazer mais barulho que uma campanha publicitária milionária.

Artista com repertório de vastas influências musicais, Raquel não estava preparada para o novo cenário. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se abriram portas surpreendentes: um amigo sugeriu que participasse do Estrombo, projeto do Sebrae-RJ que visa capacitar agentes culturais musicais a atuar com novos modelos de negócios e novos canais de distribuição baseados na internet e nas novas tecnologias. Com essa aproximação, Raquel teve a oportunidade de expôr seu trabalho em duas feiras internacionais, na Dinamarca e na França.

Criado em 2010, o Estrombo é inédito no mundo. Foi a primeira iniciativa de economia criativa – como são chamadas as atividades diretamente vinculadas a inovação, tecnologia e criatividade – a ser apoiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Fundo Multilateral de Investimentos. O
investimento total é de US$ 2,1 milhões, sendo US$ 710 mil do BID, para um objetivo central: capacitar compositores, instrumentistas, cantores e produtores a aproveitar as tecnologias digitais para administrar seus próprios negócios.

O projeto tem tudo a ver com a palavra “estrombo”, que designa uma espécie grande de caramujo marinho. “A concha do estrombo funciona como uma caixa de ressonância, que concentra e amplifica os sons. A reverberação, que gera barulhos parecidos com o do mar, é a soma dos vários ecos produzidos”, compara Marília Faria, coordenadora do projeto. Ela refere-se a uma corrente em que a venda de discos e DVDs é apenas um elo, hoje talvez um dos mais frágeis. Comércio online de fonogramas digitais, shows, ringtones, trilhas para filmes e games, direitos autorais, venda por download são alguns elementos da nova música.

Essa ressonância empreendedora já envolveu Raquel e outras 2.400 pessoas, que receberam apoio para aprender a lidar com a nova realidade, em que a proatividade dos interessados é fundamental. Aos poucos, eles percebem que é possível gerar negócios formais a partir de financiamentos, investimentos, contratações, editais etc. A ideia por trás disso é: quem quer viver de música precisa tirar as ideias da cabeça e transformá-las em projetos e, dessa forma,
passar a administrar sua arte como uma “empresa” onde se trabalha para si próprio. E de forma articulada e coletiva. “As pessoas ficam se olhando, esperando. Agora o modelo pede que os novos talentos ajam”, analisa Marília.

Venda e Circulação

O produtor Daniel Domingues, frequentemente convidado a dar palestras nas oficinas do Estrombo, concorda com Marília. Ele recorda que em passado recente o músico via-se obrigado a pagar para as rádios tocarem a chamada música de trabalho, uma prática apelidada de jabaculê, ou apenas jabá. As gravadoras tinham
investimento seguro: para cada R$ 1 investido em marketing, o retorno era de R$ 10. “Com a internet, a coisa começou a mudar. O artista é obrigado a pensar em um projeto de circulação antes de sair um disco”, diz.

A queda do modelo de venda de discos afeta artistas de todos os portes. Um exemplo é Madonna, cujo álbum MDNA, lançado em março deste ano, vendeu apenas 46 mil cópias na segunda semana de circulação. Os números são bem diferentes daqueles de 1984, quando a cantora registrou venda de 1,2 milhão de discos na segunda semana do LP Like a Virgin, estabelecendo um padrão de venda de pelo menos 475 mil unidades no mesmo período.

A atual lógica de distribuição e comercialização é uma faca de dois gumes. Para Marília, a questão do direito autoral ainda não está bem resolvida. Por outro lado, lembra que “até um adolescente sozinho em casa pode compor, gravar e vender a própria música”. E a produção pode chegar além-mar e em novos formatos. O artista carioca Oswaldo G. Pereira, de 44 anos, é um caso típico: negocia sua música até mesmo para ringtones de celular. Nada mal para um músico que depois do primeiro CD, Olha Zé, de 1998, chegou a cogitar trocar as rodas de pagode pelas papeladas dos fóruns. “O caminho da música estava muito difícil”, recorda.

Na formatura do curso de Direito, Pereira fez uma apresentação de samba para os colegas. Depois, gravou outros dois álbuns e se uniu ao Estrombo. Conseguiu mostrar sua arte em feiras internacionais, apresenta-se na Europa e negocia com gravadoras internacionais, enfrentando o desafio dos contratos que parecem
escritos em chinês. Bem, um deles é literalmente em chinês. Aí a solução é pedir ajuda à assessoria de tradutores e juristas do próprio Estrombo, que tem uma equipe para isso.

Além do Sebrae e do BID, o Estrombo fez uma parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), cujos professores ajudam na capacitação dos profissionais de música. Da união com o projeto Open Business, também da FGV, nasceu o programa Farol Digital, de capacitação para empreendedores de lan houses. A experiência está registrada no webdocumentário Farol Digital: a lan house como centro de inclusão social e cultural, dirigido por Lao de Andrade e que trata da importância desses espaços na inclusão digital, seja por meio de jogos, da educação ou da prestação de serviços de governo eletrônico.

O Estrombo não é um mero exportador de cultura. Alguns projetos apoiados pelo Sebrae têm como proposta agitar o interior do Rio de Janeiro com festivais e apresentações. A trupe de cinco produtores do coletivo Ponte Plural atravessa as fronteiras da região metropolitana em busca de agentes culturais dispostos a promover eventos gratuitos ou a preços populares. Mais de 600 cidades já foram mapeadas pelo Zonte Plural, segundo Luiza Boitencourt, 29 anos, uma das coordenadoras da organização. “O foco é a música, mas nos festivais tentamos integrar outras artes, como poesia, arte individual, fotografias, quadros, dança e circo. A gente sempre procura agregar, para estimular todas as áreas”, revela. Um exemplo é a Banda Tereza, que faz parceria com a Ponte Plural em
projetos como a festa “Nunca fui a Barretos”, em 2010, em Niterói.

Além de trazer artistas locais, a Ponte Plural estimula o intercâmbio. Quando o projeto chegou à região serrana do Rio de Janeiro, era distante a relação entre agentes culturais de Nova Friburgo e Petrópolis, separadas 120 quilômetros. Entre as duas cidades está Teresópolis. O jeito foi articular os coletivos dos três municípios, que passaram a receber edições dos festivais Grito do Rock e Fora do Eixo, além de diversas oficinas.

A certeza de que esse tipo de iniciativa é firme fez Luiza largar a carreira de advogada e, a partir deste ano, se dedicar exclusivamente à Ponte Plural. Confirmando uma das características da economia criativa no Brasil, de atração de pessoas das mais diversas áreas do conhecimento, o coletivo é integrado por outro advogado, um jornalista, um cineasta e uma estudante de estudos de mídia, todos dispostos a enveredar de vez para a área da cultura e em busca dos recursos obtidos por editais e leis de incentivo.

Outra pessoa que mudou radicalmente a área de atuação para trabalhar com música é a empreendedora Lizete Fregonesi. Bióloga com doutorado em fisiologia, acabou trabalhando em grandes empresas da área de finanças e com seguros. Em 2008, entrou em contato com o Sebrae para dar nova guinada profissional: criou a FRG Cultural, empresa que agencia e produz artistas do Rio de Janeiro.

Quem estiver interessado em dar uma guinada na carreira em direção à música com ajuda do Estrombo pode se cadastrar no site oficial ou participar dos eventos.

Fonte: ARede nº 80 – maio de 2012

Foto: Heavy Roc Music, por p_kirn, CC BY-SA 2.0

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