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Pinterest: você sabe o que é (e já faz parte dele)?

Foto: Teh Jukebox, por mxcl, CC BY-SA 2.0

Nos últimos meses, uma nova rede social vem chamando a atenção dos internautas. O Pinterest ainda está em fase de convites e lista de espera, mas já é a terceira rede social mais popular dos Estados Unidos.

Gráfico Pinterest

O gráfico mostra o crescimento do Pinterest até o fim de janeiro

O Pinterest é como um mural onde o usuário pode compartilhar coisas interessantes encontradas na internet, “pregando-as” nesse espaço. Em alguns aspectos, lembra bastante as ferramentas de social tagging, como o del.icio.us, onde catalogamos nossos links favoritos, podendo deixá-los públicos para outras pessoas. De certa forma, o Pinterest faz a mesma coisa, mas com maior apelo visual.

Com a crescente popularidade, já existe uma série de desenvolvedores independentes criando plug-ins e extensões para ampliar o seu uso. E não vai demorar para que artistas e fãs de música se apropriem da rede social, assim como aconteceu com o Twitter e com o Instagram. O Hypebot, influente site sobre novas tendências na cultura da música, possui um perfil na rede social, com diversos gráficos e vídeos com os assuntos abordados no blog.

É claro que essa tendência é uma aposta. Nessa direção, vêem surgindo na rede alguns sites que se dizem “o Pinterest da música”, como o Sworly e o This Is My Jam. A diferença é que esses ainda não possuem a mesma adesão do primeiro.

Quando se trata de música on-line, as redes sociais são ferramentas que estimulam novas formas de consumo musical, além de poderem ser consideradas um importante canal de distribuição.

Se você já usa o Pinterest, conte sua experiência pra gente nos comentários e mande o link da sua conta.

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Foto: Teh Jukebox, por mxcl, CC BY-SA 2.0

Música e rede social: usos criativos do Twitter na circulação

Estúdio Musical

Em março, o Twitter completou seis anos de vida. A mania começou instigando os usuários a responderem em seus tweets a pergunta “o que você está fazendo?” e, desde então, a ferramenta foi abraçada por toda sorte de público e utilizada para diversos fins. Observando a movimentação musical que acontece na rede social, o próprio Twitter criou uma conta para cuidar de informações relacionadas à música, o Twitter Music.

Em um post recente no blog institucional, o Twitter coletou diversos casos de uso da ferramenta por músicos, fornecendo dicas para novatos nesse universo. Em primeiro lugar, os artistas podem criar uma representação autêntica no site, pois é muito comum que o próprio atualize sua conta, de forma mais pessoal ou profissional. E os artistas podem se conectar com o público das mais diversas formas:

Fotos
Além de usar poder utilizar o próprio Twitter para hospedar e compartilhar as fotos, os usuários podem usar outros serviços integrados à plataforma, como o Instagram [Link para post], um dos mais populares aplicativos de foto atualmente;

Hashtags
Através das hashtags, o Twitter consegue agrupar e armazenar a informação sobre determinado assunto e as mais populares aparecem em destaque no site. Seja criativo, se inspire em outros casos e crie hashtags para lançamentos de novos trabalhos, shows de turnê, etc.

Entrevistas com fãs
Qual o público que não está sempre bem disposto a saber mais sobre a sua história? Tire uns minutinhos de folga e convidepeça para os seus fãs a te entrevistarem.

Colaboração
Outra forma de se engajar com o seu público é fazer chamadas para que ele ajude você na produção de novas músicas, capas de discos ou até mesmo para decidir o setlist do show.

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De fato, são vários e criativos os usos que os músicos fazem do Twitter. Como você utiliza a ferramenta?

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Como aproveitar as mudanças na fanpage do Facebook

No fim de março, todas as páginas do Facebook passaram a se apresentar, automaticamente, no formato “Timeline”. A partir de uma demanda que surgiu na própria rede do Estrombo, desenvolvemos esse post com o objetivo de apontar algumas das principais mudanças e mostrar como bandas e empreendimentos musicais podem tirar o máximo proveito do novo formato.

Goste-se ou não, a “Timeline” tira um pouco do aspecto institucional das páginas, deixando-as mais parecidas com um perfil. Essa é uma boa oportunidade para personalizar a sua marca, seja uma empresa ou uma banda. Uma forma de fazer isso é acrescentar eventos marcantes na linha do tempo. Você pode fazer isso ao passar o cursor do mouse pela linha vertical localizada no meio da página. Ao acrescentar a data e a descrição do “evento”, o usuário posiciona a publicação no período determinado. Seja criativo e, além de publicar datas de shows, conte a história da sua banda na ordem que deve ser contada: sua criação, participação em feiras de negócios, lançamento de promoções, posts e críticas sobre a banda. Quanto mais pessoal a abordagem, mais faz sentido – afinal, essa é uma oportunidade única para você contar a história da sua banda na medida que eventos marcantes acontecem.

Uma possibilidade trazida com a “Timeline” é a de colocar alguns posts em destaque. Estes aparecerão no topo da página e serão os primeiros vistos por quem acessá-la. O espaço privilegiado pode conter datas de turnê, o videoclipe novo ou uma discussão relevante relacionada à marca.

Outra estratégia – que vale para qualquer rede social – é estimular o engajamento do seu público em debates interessantes. Sempre que possível, chame os fãs para participar através de uma pergunta. Peça ajuda para eles escolherem o setlist ou, até mesmo, busque assuntos relacionados e peça a opinião do seus visitantes. A polêmica recente envolvendo o Ecad foi, por exemplo, uma boa oportunidade para ver como os seus fãs se posicionam em relação ao assunto e buscar soluções conjuntamente.

Utilize também o espaço da “Foto de Capa” com uma imagem relevante e chamativa. E preste atenção aos tamanhos. A imagem deve ter 850 x 315 pixels. Faça mais de uma foto e troque com certa frequência.

Por fim, outra mudança importante foi a implementação de ferramentas de análise mais precisas. Agora, elas funcionam em tempo real e você pode ver a repercussão de um post minutos após publicá-lo – antes, era preciso esperar um ou dois dias. E vale lembrar: preste atenção no horário que o seus fãs ficam online para publicar quando eles puderem receber a história em seus próprios feeds. Afinal, não adianta ter trabalho para criar posts interessantes se quase ninguém for vê-los. Ainda na ferramenta de análise, o dono da página pode visualizar o alcance de suas interações, ou seja, quantas pessoas viram e quantas curtiram ou comentaram. É possível ver também o potencial de “viralização” das suas atualizações. Esse índice mede quantas pessoas que receberam o seu post estão “falando sobre ele”.

Como você está utilizando a Timeline do Facebook? Compartilhe com a gente a sua opinião e suas estratégias para tirar o máximo proveito do novo formato.

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Foto: Mixdown!, por spaceamoeba, CC BY-SA 2.0

Músicos contam suas experiências com as redes sociais

Redes Sociais

As redes sociais são meios bastante utilizados por músicos para se relacionar com os fãs e disseminar conteúdo. Assim, elas se estabeleceram nos últimos anos como uma ferramenta importante para aproximar fãs de artistas e como um novo canal para a distribuição de músicas. Em post anterior, perguntamos como os artistas usavam as redes sociais. A cantora de MPB Lilian fez um comentário e o seu relato inspirou esse novo post, trazendo a sua experiência e a de outros músicos.

“Sou cantora, catarinense e estou há apenas 5 meses no Rio de Janeiro. As redes sociais são fundamentais hoje no meu trabalho, nos proporcionam uma interação que eu particularmente adoro.

Concordo com a questão levantada: “para quê?”. Eu participo das principais redes sociais, atualizo diariamente, tento articular e movimentar meu círculo de contatos, mas preciso ficar atenta às mudanças, às novas redes… Se não houver uma resposta para esta pergunta, melhor não ter! Já precisei fazer escolhas e até abandonar algumas dessas redes que pouco fazia uso… O MySpace foi a rede que abandonei primeiro, depois o perfil pessoal no Facebook, atualmente mantenho a página no Facebook, Twitter, YouTube e há poucos dias o Google+. Eu acredito que as redes sociais podem ser uma boa estratégia de formação de público. Mas, para isso há a necessidade constante de informação sobre as inovações do que envolve o uso das redes e muita interação.”

Lilian

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“As redes sociais estão em constante gangorra. Surgem com um buzz absurdo, depois caem. Amanhã, tudo pode mudar rs. Hoje, usamos o Facebook e o Twitter para interação direta com os fãs. O YouTube e o SoundCloud são “ferramentas” nessa interação, com os links dos vídeos e das nossas músicas.

O objetivo é o de toda banda: conseguir cada vez mais fãs online, e, o mais difícil, torná-los ‘offline’. Queremos que eles compareçam aos shows, comprem os nossos produtos e participem ativamente do projeto. E temos tido bons resultados. Em 2012, completaremos 10 anos de carreira e nos últimos 5 – época em que estamos mais ‘ativos’ na internet – já vencemos algumas votações online, conseguimos alguns prêmios etc. A ação mais legal foi a última, em que contamos com a colaboração de fãs, amigos e empresas para a gravação do nosso single, ’50 Graus’, que deve sair em março.”

Chris Gar, da banda Bleffe.

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“No universo da música, essa tecnologia passou a ser essencial tanto para aqueles que produzem e divulgam seus trabalhos musicais, quanto para os ouvintes. Plataformas como YouTube, Facebook, Twitter e MySpace tornaram-se indispensáveis na cadeia produtiva da música visto que demonstraram ser a maneira mais rápida e eficaz de se chegar ao público consumidor nos dias de hoje.

No meu caso, trabalhando profissionalmente como músico e escrevendo sobre música, é impensável não utilizar os benefícios gerados por essas inovações. Uso constantemente as redes sociais para diversos fins profissionais, entre eles:

- Postar as datas dos shows atuando como músico contratado;
- Manter-me em contato com os profissionais do meio musical;
- Divulgar as oficinas de percussão onde dou aula como as dos blocos Empolga às 9, Turbilhão Carioca e eventualmente Monobloco, além de manter um canal de relacionamento com os alunos e interessados;
- Compartilhar os artigos da coluna Mídias Musicais, no site Overdubbing;
- E promover meu livro Música e tecnologia: um novo tempo, apesar dos futuros, lançado pela Editora Azougue e disponível no meu site.”

Leo Morel

Conte a sua experiência nos comentários também e acompanhe o que o Estrombo já discutiu sobre o assunto.

Por que é importante para os artistas estarem nas redes sociais?

Artistas e Redes Sociais

O uso das redes sociais deve ser entendido como uma estratégia de marketing com impacto direto na exposição da música no ambiente virtual. Ao criar um perfil no Facebook, no Twitter ou mesmo um blog no Tumblr, o artista cria mais canais de exposição e melhora o seu ranking nos resultados em ferramentas de busca como o Google. Assim, quando procuramos pelo nome da banda, da música, ou mesmo por tags relacionadas, a chance de chegarmos à rede social ou website de determinado artista é maior. Esse tipo de ferramenta também se configura como uma oportunidade para que os artistas interajam com seus fãs e aumentem a chance de vender seus produtos sem as limitações das prateleiras das lojas físicas.

Dentre os principais sites sociais, alguns vêm se destacando como fundamentais para bandas. São eles: Facebook, YouTube, Soundcloud e Twitter. Outros, como Tumblr e Foursquare, também têm sido apropriados por músicos. A questão é que existem várias opções de ferramentas disponíveis online. Sua banda pode criar perfis em quantos quiser, nem que seja para deixar registrado o nome, um link direto para o site e garantir os nomes de usuário. No entanto, é fundamental manter viva a experiência e o relacionamento com o usuário nos principais canais frequentados pelo público.

Blogs

Como já falamos em outro post, esses veículos são cruciais na cultura digital para fazer a mediação de novas músicas e artistas com o público. Por isso, é importante contar com eles para fazer a divulgação, criticar o seu trabalho ou fazer concursos através do fornecimento de material exclusivo. Para chegar aos blogueiros, não é aconselhável fazer spam. Ao contrário, pesquise para saber o gosto musical daqueles que você lê. Assim, você já estará mirando na direção certa. E caso distribuir músicas gratuitamente seja parte da sua estratégia de marketing, não faça ofertas “exclusivas” para mais de um blog.

Por fim, é importante ressaltar que criar perfis em redes sociais não vende música diretamente, mas pode aumentar a exposição do produto e oportunidade de negócios, além de chamar atenção do público – e na sociedade da informação, essas moedas podem ser ainda mais valiosas.

No próximo post, músicos vão falar de suas experiências nas redes sociais.

Post inspirado na entrevista de Ariel Hyatt com Corey Denis no Music Think Tank

Veja o que já falamos sobre redes sociais aqui e acompanhe o Estrombo também no Twitter, no Facebook e no YouTube.

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