Tags

Posts com a tag ‘Capacitação

Seminário de capacitação da ABMI em Teresópolis

No 27 e 28 de maio, em Teresópolis, acontece o seminário de capacitação da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI). Veja abaixo o folder, a programação de cada dia e como se inscrever gratuitamente.

PROGRAMAÇÃO

27/5 – sexta-feira – Centro Cultural Feso Pró-Arte

13h30/14h45
Tema: Sociedades Autorais e o funcionamento do ECAD
Palestrante: Chico Ribeiro (UBC)

14h45/16h00
Tema: Empreendedor individual
Palestrante: Alexandre Moraes (Sebrae)

16h30/18h00
Tema: Direitos Autorais
Palestrante: Deborah Sztajnberg (Debs Consultoria)

28/5 – sábado – Casa de Cultura Adolpho Bloch

13h30/14h45
Tema: Modelos de distribuição física e digital
Palestrantes: James Lima (OneRPM) e Mauro Scalabrin/Adriana Ramos (Microservice S&D)

14h45/16h00
Tema: Distribuição de música pelo celular
Palestrante: Felippe Llerena (iMusica)

16h30/17h30
Tema: Sindicatos dos Músicos
Palestrante: Álan Magalhães (SindiMusi RJ)

INSCRIÇÕES: (21) 2644-5770 das 14 às 19h

ENDEREÇOS:

Centro Cultural Feso Pró-Arte

Rua Gonçalo de Castro, 85 – Alto – Teresópolis

Tel: (21) 2644-5750

Casa de Cultura Adolpho Bloch

Praça Juscelino Kubitschek, 500 – Bairro de Fátima – Teresópolis

Tel: (21) 2644-4092

Nesta semana, palestra gratuita com consultor de empreendedores criativos

Na próxima quarta-feira, 11/05/2011, acontece no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro a palestra gratuita “Criatividade e Negócios”, com David Parrish.

Direto da Inglaterra, país onde foi desenvolvido o conceito de “economia criativa”, David Parrish é especialista e consultor nas indústrias criativas, ajudando a desenvolver negócios negócios na sua terra natal e no mundo inteiro através de apresentações, workshops e treinos.

Sua proposta de combinar as pessoas criativas com o pensamento corporativo fica clara em seu livro “T-shirts and suits: a guide to the business of creativity”, que pode ser baixado gratuitamente aqui. A discussão do livro continua no blog, nos eventos que ele participa, no grupo do Facebook com mais de 4 mil membros inscritos e, em breve, no aplicativo para iPhone.

Participe. A entrada é franca, mas sujeita à lotação da sala.

“Criatividade e Negócios” com David Parrish (haverá tradução simultânea).
Data: 11/05/2011, das 15h às 16h30
Local: Centro de Referência do Artesanato Brasileiro
Endereço: Praça Tiradentes, nº 71 – Veja aqui como chegar.
Inscrições: 0800 570 0800

Algumas dicas para criar relacionamento com os fãs através das redes sociais

As redes sociais já se mostraram ferramentas importantes para que os artistas construam e mantenham relacionamento com a sua audiência. No entanto, enquanto alguns possuem certa facilidade de trânsito nesses meios, outros ainda podem achar difícil dar conta diariamente das constantes atualizações nas várias plataformas e preferir não se envolver com esse tipo de comunicação.

Este post é voltado para quem quer usar as redes sociais a seu favor, mas ainda não sabe direito como navegar em cada plataforma. Por isso, elaboramos algumas dicas.

- Use somente o que você tem condições (e interesse) de manter

É importante que você não se sinta pressionado a usar todas as ferramentas de redes sociais à sua disposição. É muito melhor usar somente uma ou outra e se aprofundar nas possibilidades oferecidas por ela do que usar várias de forma rasa e inconstante. Pesquise quais delas são mais adequadas à sua disponibilidade e aos seus interesses.

- Deixe a sua audiência sempre atualizada

Uma vez que você oferece aos seus fãs um meio para se conectarem com você, é seu dever fornecer informações relevantes – e constantes – para eles. Não importa muito se elas vêm diretamente de você ou de um membro da sua equipe, principalmente quando se tratam de informações mais impessoais, como novos lançamentos de música, calendário de shows e demais eventos. Por outro lado, informações e outras interações de caráter mais pessoal fazem mais sentido se vierem de você; nesse caso, deixe claro para os seus fãs que é você quem está falando.

- Incentive a criação de conteúdo

Encoraje e reconheça a criatividade do seu público. Você pode fazer isso pedindo que eles gravem e compartilhem vídeos e fotos de seus shows ou até mesmo promovendo concursos culturais como a criação de imagens para estampar as capas de seus singles ou álbuns, remixes ou covers das suas músicas etc. Os fãs valorizam essas iniciativas, pois é mais uma forma de buscar a aproximação com o músico.

- Conte sua história através das redes sociais e deixe que o fã também conte a história dele

As redes sociais podem ser uma forma de estender a sua história para além da música. É claro que o público está interessado no seu som, mas eles também se importam com o contexto daquelas canções que gostam. O que está em jogo aqui é a possibilidade de criar formas de participação. É claro que isso varia de artista para artista, mas quanto mais convidativa forem as suas interações, mais o seu fã vai responder e estabelecer diálogo com você. Por isso, estabeleça conversas, trocas e demonstre interesse pelo seu público. Quanto mais bem trabalhadas forem essas interações, mais os fãs se motivarão a distribuir e compartilhar informação sobre você.

***

É claro que as redes sociais não devem virar uma obrigação para os artistas, mas os seus fãs já estão nesses lugares – e falando sobre você –, então por que não dedicar algum tempo para criar um outro relacionamento com esse público?

Caso você já desenvolva uma experiência parecida, conte para o Estrombo aqui nos comentários.

Acompanhe o projeto também nas nossas redes: Twitter, Facebook, YouTube e Flickr.

Algumas dessas dicas foram inspiradas por esse post no Hypebot.

Lan houses: produção, distribuição e consumo cultural

Até pouco tempo atrás, havia um certo discurso de que a inclusão digital e cultural pelas lan houses deveria passar pela educação formal, ou seja, os frequentadores deveriam ficar restritos à manipulação de conteúdo online que estivesse dentro desse escopo. Mas hoje, cada vez mais entende-se o entretenimento e a educação andando juntos – por isso, a inclusão digital e cultural também pode vir a partir do YouTube, dos sites de compartilhamento de música, dos jogos eletrônicos e das redes sociais.

Em outras palavras, já estamos conseguindo superar o preconceito em relação às lan houses, principal ponto de acesso à internet no Brasil. Se anteriormente elas eram percebidas como um lugar marginalizado, onde os jovens perdiam seu tempo em jogos eletrônicos e bate-papo em redes sociais (chegando a inspirar leis proibindo sua existência a menos de 1 km de escolas), hoje essas atividades ganharam outro olhar, mais compreensivo e atual. Além disso, alguns serviços empreendidos nas lans são fundamentais para o exercício da cidadania, como envio da declaração de imposto de renda, impressão e cópia de documentos, busca de emprego, entre outros. Nesse processo de criar um outra imagem para as lan houses, destacamos também iniciativas como a promoção de parcerias para prestação de serviços (compra de passagens aéreas, por exemplo), criação de postos de atendimento, além de viabilizar o acesso à internet para grande parte da população.

Formalização: desafio para lan houses e profissionais da música

Esse é um problema dividido tanto por muitas lan houses quanto pela cadeia produtiva da música. No caso das lans, esses espaços não podem ser beneficiários da maioria dessas políticas e ofertas enquanto atuarem na informalidade. Uma das formas de inverter esse quadro é através da figura jurídica do empreendedor individual, já comentada pelo Estrombo aqui neste post.

No caso da música, parte do desafio em criar negócios na área é buscar lugares onde essas parcerias podem ser desenvolvidas – já que as lan houses podem ser trabalhadas como um canal de distribuição importante. As lan houses podem não ter sido criadas com o objetivo de ser um lugar formal para consumo de música, mas é essa uma das principais práticas de seus frequentadores e pode-se criar ofertas e serviços nessa direção. O consumo musical sempre foi extremamente social e as lan houses são lugares de intensa sociabilidade, não só por causa do público que costuma lotar esses locais, como também pelo acesso às redes sociais e outros canais e ferramentas de conversação. Além disso, ela consegue penetração em lugares mais periféricos, onde os canais tradicionais talvez não cheguem com a mesma facilidade.

Inspire-se no Estrombo e acompanhe-nos nas redes: Twitter, Facebook, YouTube e Flickr.

Sindmusi: “Oficinas de Empreendedorismo na Música”

O Sindicato dos Músicos do Rio realizará, nos dias 21 e 22 de março, o evento Oficinas de Empreendedorismo na Música. O evento pretende ajudar o profissional a entender o mercado da música, apresentar as novas mídias e como explorá-las para dar um salto na carreira, além de criar um bom marketing pessoal. Vão ser ensinadas as ferramentas práticas que auxiliem o músico a alcançar o espaço deles no mercado, como dicas de maquiagem para shows, cabelo, figurino e técnicas para elaboração de um release. Além disso, após passar pela oficina de maquiagem, cada participante poderá tirar uma foto, com um fotógrafo profissional, e levá-la para casa em um CD para uso livre.

O objetivo é situar o músico sobre as novas tendências do mercado, estimulando que os profissionais assumam uma atitude mais pró-ativa e empreendedora, além de ajudar na formação de um profissional mais consciente, que fique qualificado para atuar no setor musical, compreendendo a estrutura da área, além de colaborar efetivamente na confecção de bons materiais promocionais, através das dicas de cartão de visita, release, maquiagem e fotografia cedida para matérias de divulgação.

No final de cada dia, serão sorteados vários brindes. Será feita também a distribuição gratuita do material discutido durante as palestras.

Programação
Dia 21/03
14h – Análise de Mercado – Entenda como se comporta a indústria da música hoje e quais são as perspectivas para o futuro. Com o consultor do SEBRAE/RJ, Fernando Santos.
14h45min – Técnicas de Elaboração de Release – A importância do release: o que deve constar e como deve ser organizado e formatado. Com a jornalista Tamara Campos, mestranda em Educação, Comunicação e Cultura pela UERJ.
15h30min – Criatividade e competitividade – O mercado de trabalho como um caldeirão de possibilidades. Identifique as oportunidades em sua área de trabalho e entenda a importância do marketing pessoal. Com a doutoranda em Psicologia e Musicoterapeuta Raquel Siqueira.
16h15 – Novas Mídias e a Música, com Luiza Bittencourt e Daniel Domingues, da Ponte Plural

Dia 22/03
15h a 15h30 – Oficina de Moda – Entenda quais roupas devem ser usadas no dia a dia e nos shows. Conheça os melhores tipos de roupa para seu biótipo e que roupas combinam mais com determinados gêneros musicais. Palestrantes: Adriana Jordan (coordenadora técnica do curdo de Design de Moda da Universidade Veiga de Almeida e consultora de um Bureaux de Gestão e Desenvolvimento de Marcas de Moda) e Ana Paula Gomes (consultoras de um Bureaux de Gestão e Desenvolvimento de Marcas de Moda.
16h – Oficina de Maquiagem e Cabelo – Maquiagem e cabelo para o dia a dia e para o palco. Aprenda a valorizar seus pontos fortes e explorar seu biótipo, com a consultora Luciane Marques.
18h – Fotografia – Regras básicas de fotografia para material promocional, com a Fotógrafa Julia Assis.
*Todos os participantes serão contemplados com uma foto em CD, que poderá ser usada em CDs, releases e matérias de divulgação.

Serviço:
Dias: 21 e 22 de março
Cinelândia: Rua Álvaro Alvim, 24 sl 405.
Informações: (21) 2532-1219
Realização: SindMusi e Projeto Brasil
Parceria: Sebrae/RJ e Universidade Veiga de Almeida

Para mais informações, visite o site do Sindicado dos músicos profissionais do estado do Rio de Janeiro.

Inspire-se no Estrombo e acompanhe as novidades nas nossas redes: Twitter, Facebook, YouTube e Flickr.

Farol Digital

 

Siga o @estrombo

Facebook