Tags

Archive for junho, 2012

SEBRAE e FIRJAN promovem o “Encontro Economia Criativa”

O SEBRAE e a FIRJAN tem o prazer de convidá-lo(a) para o evento “Encontro Economia Criativa”, que visa apresentar e discutir assuntos ligados ao tema, abordando: Cidades Criativas, Movimentos Criativos e Projetos Criativos Sustentáveis, como parte da grande ação paralela da FIRJAN às atividades da Conferência Rio+20, em parceria com a FIESP e Fundação Roberto Marinho e patrocínio da Prefeitura do Rio e SEBRAE.

Dia 13 de junho de 2012, de 9h às 13h

Espaço das Ideias Circulantes – Forte de Copacabana.

Encontro Economia Criativa

Mania retrô: tecnologias analógicas encontram espaço no mundo digital

Parece que a música vem transitando bem nos novos disposivitos digitais. Tablets, celulares e a própria internet são suportes fundamentais para pensarmos novos modelos de negócios, canais de distribuição e hábitos de consumo. Toda uma série de inovações criam outras maneiras de lidar com música gravada inserida no contexto atual. E apesar disso, as “velhas” tecnologias continuam a fazer parte do nosso imaginário e vivência cotidianos – mesmo que repaginadas nas novas mídias. É o caso do aplicativo Vinyl Tap.

Vinyl Tap

Desenvolvido para iPad, o programa simula a experiência de consumir vinis no tablet da Apple. Ainda que o formato não esteja fisicamente presente, o usuário precisa interagir com o aplicativo como se ele fosse, de fato, um toca-discos. Primeiro, o Vinyl Tap pega a biblioteca do iTunes e as “transforma” em vinis. Em seguida, o usuário escolhe o que quer ouvir, posiciona a agulha e aperta o play – e, na metade da reprodução, precisa “virar” o disco. Como se isso não bastasse, o chiado característico da reprodução analógica é incorporado à reprodução digital para deixar a experiência ainda mais “autêntica”.

Quem também andou brincando com tecnologias analógicas foram os roqueiros do Foo Fighters. No site da banda, eles disponibilizaram gratuitamente o registro sonoro do show feito no festival de Reading em 1995 na íntegra. Mas para escutar as músicas, o usuário precisa colocar a fita no aparelho antes de apertar o play.

Foo Fighters

Você conhece outras iniciativas que emulam o analógico nas tecnologias digitais? O que acha do retorno das tecnologias analógicas no ambiente digital?

Acompanhe o Estrombo também nas redes sociais: Twitter, Facebook e YouTube.

“Estúdio Aberto”: um encontro de grandes produtores no Rio

Estúdio Aberto

No dia 16 de junho, quatro grandes nomes da indústria musical estarão reunidos no Rio de Janeiro para dividir suas experiências ao vivo. O encontro, que reunirá os produtores musicais Torcuato Mariano e Fernando Moura e os engenheiros Walter Costa (gravação e mixagem) e Ricardo Garcia (masterização), faz parte da 1ª edição do evento Estúdio Aberto. Inédita no país, a iniciativa, que conta com o apoio do Iatec e do site de notícias Overdubbing, tem a proposta de fazer a ponte entre os que querem aperfeiçoar seus conhecimentos com aqueles que estão no mercado atuando em grandes produções e ditando as tendências.

“O objetivo é a troca de experiências, proporcionando aos novos profissionais da música um contato direto com produtores mais experientes”, explica Fernando Moura, curador do evento. Na pauta do Estúdio Aberto, que será realizado das 10h às 18h nas instalações da unidade Centro do Iatec, serão abordados temas como composição, arranjo, gravação, mixagem, masterização, entre outros. O time de palestrantes da 1ª edição carrega no currículo diversos Grammys, além de atuações com grandes artistas nacionais, incluindo Djavan, Marisa Monte, Paralamas, Ana Carolina e Arnaldo Antunes; e internacionais, como Chuck Berry e George Martin. Para saber mais sobre os palestrantes e inscrever-se no evento, acesse www.estudioaberto.com.br.

Música portátil: carregando coleções musicais no bolso

Walkmans, discmans, mp3 players, celulares e tablets. Já reparou que boa parte das novas tecnologias desenvolvidas para a música hoje envolve a possibilidade de carregarmos nossas coleções conosco?

E, quanto mais a música é “desmaterializada”, mais a coleção cresce. Mesmo que gravar fitas cassete fosse um processo relativamente fácil, o tempo da fita estabelecia um limite relativamente pequeno de reprodução musical: 60 ou 90 minutos. A não ser que se adorasse escutar as mesmas músicas repetidamente, era preciso gravar várias cassetes com suas playlists favoritas. O CD acelerou um pouco o processo – afinal, o tempo de gravação não precisava mais acompanhar o tempo de reprodução do original -, uma vez que a gravação no CD consiste na transferência de dados digitais de uma mídia para outra. Além do mais, eles fisicamente ocupam um espaço relativamente menor. Em cases portáteis, podíamos levar grandes coleções de música no porta-luvas do carro ou na mochila. Já os mp3 players, sejam eles iPods ou celulares, criam uma outra lógica de música portátil. Agora, já são ainda maiores coleções de música que cabem no bolso.

A possibilidade de carregarmos junto ao corpo a música que gostamos parece ser um dos principais elementos que estimulam a criação de novos negócios na área. A tecnologia da informação desenvolve hardwares e softwares que oferecem maneiras de lidarmos com isso cada vez mais complexamente. Através dos aparelhos portáteis de reprodução atuais, existem a possibilidade de criarmos listas e organizarmos nossos mp3s, os jogos musicais que nos ajudam a passar o tempo entre uma atividade e outra e também aplicativos de streaming que, aliados a uma conexão de internet, oferta mais canções do que jamais teremos tempo para ouvir.

E como novas tecnologias vem surgindo a todo momento, estimulando tanto novos hábitos de consumo como novos negócios, a aposta é que há ainda muito a ser pesquisado, desenvolvido, testado e aprimorado. Pensando nisso, quais são as vantagens e o que ainda falta nos principais reprodutores ou aplicativos de música?

Acompanhe o Estrombo também nas redes sociais: Twitter, Facebook e YouTube.

Foto: Teh Jukebox, por mxcl, CC BY-SA 2.0

Farol Digital

 

Siga o @estrombo

Facebook