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	<description>Inspirando negócios em música</description>
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		<title>Marketing da música: 5 estratégias para engajar os seus fãs online</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 16:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O marketing online é um processo, não um ponto final. É um conjunto de estratégias que permite à sua banda promover as músicas e se engajar com os fãs. O objetivo é construir uma campanha sólida e contínua que vai evoluindo e sendo alimentada pelos shows realizados e o tempo de trabalho no estúdio. Pensando além, estar online significa criar novos modelos de negócio para a música que passam por novos canais de circulação e distribuição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Guitar-Study-1-flickr-fmerenda-2875792178-CC-BY-SA-2-0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2201" title="Guitar Study 1 - flickr - fmerenda - 2875792178 - CC BY-SA 2-0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Guitar-Study-1-flickr-fmerenda-2875792178-CC-BY-SA-2-0.jpg" alt="Guitar Study 1 - flickr - fmerenda - 2875792178 - CC BY-SA 2-0" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, é importante <strong>ter um plano</strong>. O website da sua banda ou a página no Facebook deve ser pensada estrategicamente, de forma que seja possível medir o <strong>retorno sobre o investimento</strong>. Caso você não seja um estrategista nato, vale contratar uma consultoria ou contar com a ajuda daquele amigo que trabalha com comunicação digital para buscar uns conselhos e, quem sabe, montar um plano em conjunto.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo passo é <strong>ir até onde os seus fãs já estão</strong> &#8211; por exemplo, nas redes sociais. Considere ter uma página no Facebook e uma conta no Soundcloud. Ao mesmo tempo que você cria uma vitrine para as suas músicas, consegue trabalhá-las de forma mais pessoal. Nesse sentido, é interessante manter um blog com atualizações constantes. Assim, o seu público se mantém atualizado, sem você precisar oferecer uma atualização individualizada, como seria o caso nas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esforce-se para manter o profissionalismo no ambiente digital</strong>. Por mais que a sua banda esteja começando, ninguém quer escutar uma música mal acabada ou ver um design “tosco”. Vale investir na imagem e na música da sua banda, principais cartões de visita para uma carreira bem sucedida. Se a sua banda já possui uma base de fãs razoável, por que não arrecadar verba em plataformas de crowdfunding para a gravação de um single novo ou para a confecção de uma embalagem bacana de um disco?</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, <strong>tenha uma presença online consistente e constante</strong>, sem perder de vista que mais vale qualitativamente com poucas ferramentas do que estar cadastrado em várias e deixar a maioria sem atualização.</p>
<p style="text-align: justify;">O que está em jogo aqui é colocar a música para circular – afinal, esse é o seu principal produto, certo? <strong>O marketing online é um processo, não um ponto final</strong>. É um conjunto de estratégias que permite à sua banda promover as músicas e se engajar com os fãs. O objetivo é construir uma campanha sólida e contínua que vai evoluindo e sendo alimentada pelos shows realizados e o tempo de trabalho no estúdio. Pensando além, <strong>estar online significa criar novos modelos de negócio para a música que passam por novos canais de circulação e distribuição</strong> – sem esquecer, claro que, tão importante quanto ter uma página no Facebook, é cultivar conexões no mundo offline.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também nas redes sociais: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | YouTube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia o que já falamos sobre redes sociais <a title="Tag: Redes Sociais" href="http://estrombo.com.br/tag/redes-sociais" target="_self">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto: Guitar Study 1, por <a title="http://www.flickr.com/photos/fmerenda/2875792178/" href="http://www.flickr.com/photos/fmerenda/2875792178/" target="_blank">fmerenda</a>, CC BY-SA 2.0</em></p>
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		<title>Músicos amadores: onde termina o fã e começa o artista?</title>
		<link>http://estrombo.com.br/musicos-amadores-onde-termina-o-fa-e-comeca-o-artista</link>
		<comments>http://estrombo.com.br/musicos-amadores-onde-termina-o-fa-e-comeca-o-artista#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na internet, fãs de gêneros musicais variados tornam públicas suas habilidades musicais ao registrar e compartilhar vídeos caseiros interpretando e recriando canções tornadas famosas por outros artistas. Enquanto alguns fazem isso por diversão, outros investem a sério nesse espaço, criando seu próprio grupo de admiradores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Microphone-flickr-ernestduffoo-5741454316-CC-BY-2-0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2196" title="Foto: Microphone, por ernestduffoo, CC BY 2.0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Microphone-flickr-ernestduffoo-5741454316-CC-BY-2-0.jpg" alt="Foto: Microphone, por ernestduffoo, CC BY 2.0" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Você já deve ter passado por isso: estava navegando no YouTube, buscando alguma música específica e se deparou não só com o conteúdo procurado, mas também com vídeos de usuários tocando a mesma música. Na internet, fãs de gêneros variados tornam públicas suas habilidades musicais ao registrar e compartilhar vídeos caseiros interpretando e recriando canções tornadas famosas por outros artistas. Enquanto alguns fazem isso por diversão, outros investem a sério nesse espaço, criando seu próprio grupo de admiradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o barateamento dos meios de produção e as possibilidades de armazenamento a custo quase zero, muitos usuários ficaram à vontade para se expor dessa maneira no ambiente virtual. Ainda que muitas das gravações sejam de caráter meio amador, esse conteúdo ajuda a borrar os limites – antes, melhor definidos – entre quem é fã e quem é o músico profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, existe um duplo movimento interessante que precisa ser comentado. Primeiramente, como falamos, alguns desses usuários vão fazer a transição para o meio profissional, muitas vezes ancorados por um “padrinho” já bem estabelecido no mercado musical. É o caso, por exemplo, da holandesa Esmée Denters. Ela ficou conhecida ao publicar no YouTube alguns vídeos com covers amadores de grandes nomes da música pop atual, como podemos ver abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe width="580" height="423" src="http://www.youtube.com/embed/qW2jplF-gTc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A cantora acabou chamando a atenção da mídia local e, posteriormente, do músico Justin Timberlake. Esmée foi a primeira artista contratada pelo selo de Justin, Tennman Records, associado à Interscope Records. Esse é só mais um caso da nova mitologia digital que vem surgindo nos últimos anos: a do músico amador que é descoberto nas redes sociais e é contratado por uma gravadora. <strong>Assim como ainda acontece com as fitas demo, será que o YouTube e as redes sociais são atualmente as principais janelas para a exposição do trabalho musical?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto diz respeito à circulação de música na internet. Em pesquisa realizada ano passado entre internautas americanos, foi apontado que, dentre os entrevistados que ouvem música de graça na internet, <a title="Circulação de música através de vídeos online " href="http://estrombo.com.br/circulacao-de-musica-atraves-de-videos-online" target="_self"><strong>58% usam o YouTube para isso</strong></a>. E, muitas vezes, um bom cover amador pode ser tão sedutor quanto o registro oficial de um show ou um videoclipe. Por isso, uma boa estratégia é estimular a criação desse tipo de conteúdo entre o seu público, seja fazendo concursos ou compartilhando nas suas próprias redes esse material. Por mais que o tráfego não seja direcionado diretamente para você, mais pessoas entram em contato com a sua música. E vale lembrar que, na cultura digital, a atenção é uma moeda bastante valiosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Você conhece algum caso desse tipo? Fale pra gente nos comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | YouTube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto: Microphone, por <a title="Microphone" href="http://www.flickr.com/photos/ernestduffoo/5741454316/sizes/o/in/photostream/" target="_blank">ernestduffoo</a>, CC BY 2.0</em></p>
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		<title>Aplicativos: estimulando novas experiências de consumo musical</title>
		<link>http://estrombo.com.br/aplicativos-estimulando-novas-experiencias-de-consumo-musical</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os apps são uma ferramenta importante no marketing musical porque eles criam outros níveis de engajamento com a música. Ainda que os CDs, discos de vinil e até as fitas cassete sejam importantes e devam ser trabalhados para aqueles que veem viabilidade econômica nesses formatos, toda uma geração conectada a redes sociais e smartphones precisa receber a música também numa embalagem que “fale a sua língua”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Heavy-Roc-Music-flickr-p_kirn-50598676609-CC-BY-SA-2-0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2191" title="Heavy Roc Music - flickr - p_kirn - 50598676609 - CC BY-SA 2-0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Heavy-Roc-Music-flickr-p_kirn-50598676609-CC-BY-SA-2-0.jpg" alt="" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os aplicativos móveis estão, aos poucos, modificando o que entendemos por consumo musical. É claro que isso ainda não é para todos – ainda que o acesso a essas novas tecnologias tenha crescido no Brasil, somente uma pequena parcela da população pode pagar por um smartphone ou um tablet, ainda caro para os padrões brasileiros. De toda forma, diversos artistas têm investido no formato para oferecer uma outra experiência para o ouvinte. Desde softwares mais complexos &#8211; como o caso do <a title="Björk e o app Biophilia: para vender música, vale a criatividade" href="http://estrombo.com.br/bjork-e-seu-album-app-biophilia-para-vender-musica-vale-a-criatividade" target="_blank">app Biophilia, da Björk</a> &#8211; a outros mais simples, que podem ser desenvolvidos <a title="Aplicativos para bandas: usando o celular como canal de distribuição " href="http://estrombo.com.br/aplicativos-para-bandas-usando-o-celular-como-canal-de-distribuicao" target="_blank">usando ferramentas pré-formatadas</a>, muitos músicos entenderam que, através dos apps, podem alcançar uma audiência interessada nesse tipo de tecnologia de uma maneira bastante pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Os apps são uma ferramenta importante no marketing musical porque eles criam <strong>outros níveis de engajamento com a música</strong>. O blog <a title="Why mobile apps matter for music" href="http://www.musicthinktank.com/blog/why-mobile-apps-matter-for-music.html" target="_blank">Music Think Tank</a> fala que qualquer aplicativo móvel pode ser posicionado em qualquer um dos três níveis de interação: o primeiro oferece funções básicas como mostrar posts de blogs, disponibilizar links para compras de ingressos de shows e incorporar atualizações regulares de ferramentas outras como Twitter ou Facebook. O segundo nível engaja o fã além das necessidades básicas e adiciona a música do artista no ambiente móvel. Já o terceiro nível rompe com os padrões e cria uma experiência para o fã além do escopo básico de um aplicativo, através de jogos, vídeos e outros recursos interativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já que as formas tradicionais de vender música não possuem a mesma eficácia de antes para todos os artistas, é preciso investir tempo, dinheiro e dedicação para  levar a música ao público usando uma estratégia inovadora e criativa. Nesse sentido, os apps cumprem esse papel pois <strong>integram a música a um outro suporte</strong>, diferente dos consolidados pela indústria fonográfica ao longo dos últimos 60 anos. Ainda que os CDs, discos de vinil e até as fitas cassete sejam importantes e devam ser trabalhados para aqueles que veem viabilidade econômica nesses formatos, toda <strong>uma geração conectada a redes sociais e smartphones precisa receber a música também numa embalagem que “fale a sua língua”</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A febre dos aplicativos móveis na cultura musical da era digital está apenas começando. Você já tem o seu? Como é a resposta do seu público?</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | YouTube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto: Heavy Roc Music, por <a title="Heavy Roc Music | Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/p_kirn/5059867609/" target="_blank">p_kirn</a>, CC BY-SA 2.0</em></p>
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		<title>Um manifesto remixado: utilizando trechos de obras alheias</title>
		<link>http://estrombo.com.br/um-manifesto-remixado-utilizando-trechos-de-obras-alheias</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 22:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cultura do remix se articula com todos os tipos de produtos da indústria cultural, como músicas, vídeos, livros e fotografias. Se, por um lado, em geral há o interesse das corporações, editoras e detentores de direito autoral de assegurar a restrição ao uso de suas obras; por outro, toda uma geração de jovens adultos que cresceu com a popularização da internet se sente no direito de apropriar criativamente de produtos preexistentes e resignificá-los segundo suas próprias visões de mundo – dando um novo sentido para eles e criando algo totalmente novo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Mixer-Table-kaktuslampa-4148659452-CC-BY-SA-20-post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2178" title="Foto: Mixer Table, por kaktuslampa, CC BY-SA 2.0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Mixer-Table-kaktuslampa-4148659452-CC-BY-SA-20-post.jpg" alt="Foto: Mixer Table, por kaktuslampa, CC BY-SA 2.0" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A cultura do remix se articula com todos os tipos de produtos da indústria cultural, como músicas, vídeos, livros e fotografias. Se, por um lado, em geral há o interesse das corporações, editoras e detentores de direito autoral de assegurar a restrição ao uso de suas obras; por outro, toda uma geração de jovens adultos que cresceu com a popularização da internet se sente no direito de apropriar criativamente de produtos preexistentes e resignificá-los segundo suas próprias visões de mundo – dando um novo sentido para eles e criando algo totalmente novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor da Escola de Direito da Universidade de Harvard <a title="Remuneração de autores: analisando novos modelos – Parte 1 " href="http://estrombo.com.br/remuneracao-de-autores-analisando-novos-modelos-parte-1" target="_blank">William Fisher</a>, 25% dos jovens americanos de até 25 anos está envolvido em atividades de remix. O número impressiona e aponta para a necessidade de pensarmos sobre o direito autoral, construído numa era pré-internet &#8211; e pré-remix -, que, portanto, parece não dar conta de novas práticas culturais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um manifesto remixado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><iframe width="585" height="426" src="http://www.youtube.com/embed/Ycdt1yW096g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="RIP! A Remix Manifesto" href="http://ripremix.com/" target="_blank">RIP! A Remix Manifesto</a>, é um documentário de 2009 que aborda o tema da cultura do remix na música e a dificuldade em utilizar uma legislação de direitos autorais “analógica” na nova realidade cultural. Acompanhando personagens emblemáticos como o produtor Gregg Gillis – do projeto Girl Talk –, o professor de direito e escritor Lawrence Lessig e o ex-Ministro da Cultura do Brasil Gilberto Gil, o vídeo problematiza manifestações culturais como o funk carioca e o <em>mashup</em>, que criam novas obras a partir de trechos de músicas já existentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direitos autorais e a cultura do remix no Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Os direitos autorais no Brasil são regulados pela Lei 9.610/98. Essa lei diz que qualquer uso que você queira fazer de obras intelectuais de terceiros precisa ser prévia e expressamente autorizado, a menos que haja uma permissão legal. Uma das permissões legais é o uso de pequenos trechos de obras preexistentes em obra nova (<a title="art. 46, VIII" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2328551/art-46-inc-viii-da-lei-de-direitos-autorais-lei-9610-98" target="_blank">art. 46, VIII</a>).” &#8211; explica o Prof. <a title="Um blog sobre tecnologia e sociedade" href="http://sergiobrancojr.blogspot.com.br/" target="_blank">Sérgio Branco</a>, do <a title="Centro de Tecnologia e Sociedade | FGV" href="http://direitorio.fgv.br/cts/" target="_blank">Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas</a>, em entrevista ao blog do Estrombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Art. 46: não constitui ofensa aos direitos autorais:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>VIII &#8211; a reprodução, em quaisquer obras, de pequenos trechos de obras preexistentes, de qualquer natureza, ou de obra integral, quando de artes plásticas, sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores.</em></p>
<p style="text-align: justify;">“Como você pode ver, a lei está em regra autorizando uma pessoa a usar um pequeno trecho de uma música (obra preexistente) em uma outra obra (outra música, ou filme, ou novela), desde que cumpra com os requisitos de a reprodução da obra antiga não ser o objetivo da obra nova, etc.” &#8211; aponta o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mas há aí dois problemas. O primeiro é óbvio: <strong>o que é pequeno trecho? Ninguém sabe dizer</strong>. O conceito é muito subjetivo e por isso mesmo contestável. O segundo é que a indústria cultural resolveu entender que o licenciamento de pequenos trechos de qualquer obra (música, por exemplo) faria parte da &#8220;exploração normal da obra reproduzida&#8221; e por isso toda conduta nesse sentido seria ilícita. <strong>Em outras palavras: ninguém pode usar obra nenhuma (nem pequenos trechos) sem pedir autorização (e pagar, naturalmente) pois essa atitude seria ilegal.</strong>”</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro <a title="Tribunal de Justiça do RJ libera uso de trechos de músicas em filmes | Cultura e Mercado" href="http://www.culturaemercado.com.br/direitoautoral/tribunal-de-justica-do-rj-libera-uso-de-trechos-de-musicas-em-filmes/" target="_blank">decidiu a favor</a> do cineasta Nelson Hoineff na ação sobre o uso feito por ele de trechos de músicas – sem pagar por eles &#8211; no documentário “<a title="Alô Alô Terezinha" href="http://www.imdb.com/title/tt1654812/" target="_blank">Alô, Alô Terezinha</a>”, dirigido por ele. “É o caso mais recente e é uma decisão promissora.” &#8211; completa Sérgio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Se o uso na obra sampleada for de pequeno trecho, então é livre e ninguém precisa pagar nada a outrem”</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Blog do Estrombo: quanto tempo de uma música pode ser utilizada?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Prof. Sérgio Branco: Não existe um limite de tempo. Se você entender, assim como o Tribunal de Justiça do RJ, que é possível usar pequenos trechos de música em outra obra, já que o uso de pequenos trechos não viola as condições impostas na lei, estão o limite é esse mistério indecifrável: pequenos trechos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Blog do Estrombo: A famosa “regra dos 10 segundos” é real?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Prof. Sérgio Branco: Essa regra, por mais famosa que seja, jamais existiu. O que deve acontecer é que, independente do tamanho da música, 10 segundos em regra será um pequeno trecho. Daí a criação do número folclórico.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Blog do Estrombo: Quem determina quanto o autor da obra sampleada deve receber?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Prof. Sérgio Branco: Se o uso for de pequeno trecho, então é livre e ninguém precisa pagar nada a outrem. Mas <strong>como a regra é discutível, é importante ter um plano B</strong>. E o plano B é desalentador. Caso se entenda que o uso de pequenos trechos não está liberado e o pagamento é necessário, então <strong>o titular dos direitos autorais é que diz o quantum a ser pago</strong>. Que pode ser qualquer valor. Mas se for muito, muito alto, há quem entenda que ele pode ser processado por abuso de direito. Como tudo na vida (especialmente na vida jurídica), essa opinião também é contestável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Blog do Estrombo: Qual solução você aponta, sabendo que há cada vez mais pessoas criando obras que utilizam pedaços de outras?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Prof. Sérgio Branco: Há duas soluções. A primeira, conservadora, é pedir autorização e ter que lidar com burocracia, demora em resposta, um &#8220;não&#8221; eventual e um pagamento indevido e extorsivo. Mas é sempre mais seguro. A alternativa mais radical é usar mesmo sem autorização (desde que limitando-se a pequenos trechos) e ver o que acontece. O precedente do TJ do RJ sobre o &#8220;Alô Alô Terezinha&#8221; é ótimo. Não dá para garantir que ações futuras serão julgadas do mesmo jeito, mas a esperança aumenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em colaboração com o Prof. <a title="Sérgio Branco | Twitter" href="http://www.twitter.com/sergiobranco" target="_blank">Sérgio Branco</a> (CTS-FGV) e <a title="Paula Martini | Twitter" href="https://twitter.com/paulamartini" target="_blank">Paula Martini</a> (CTS-FGV e <a title="Martinica Digital" href="http://www.martinicadigital.com.br/" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | YouTube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto: Mixer Table, por <a href="http://www.flickr.com/photos/kaktuslampa/4148659452/" target="_blank">kaktuslampa</a>, CC BY-SA 2.0</em></p>
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		<title>Sampling: criando obras derivadas com a produção de terceiros</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É muito comum que os músicos – e todos os artistas, em geral – sejam cobrados quanto à originalidade de seus trabalhos. Muitas vezes, o processo de criação envolve a maneira como o artista lida com suas referências, seja na melodia, no arranjo ou na letra. Em outra direção, a citação pode ser ainda mais explícita, como é o caso do sampling.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Lucignolo-LAB-flickr-renzo_giusti-3092787756-CC-BY-SA-2-0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2174" title="Lucignolo - LAB - flickr - renzo_giusti - 3092787756 - CC BY-SA 2-0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Lucignolo-LAB-flickr-renzo_giusti-3092787756-CC-BY-SA-2-0.jpg" alt="Lucignolo - LAB - flickr - renzo_giusti - 3092787756 - CC BY-SA 2-0" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que os músicos – e todos os artistas, em geral – sejam cobrados quanto à originalidade de seus trabalhos. Muitas vezes, o processo de criação envolve a maneira como o artista lida com suas referências, seja na melodia, no arranjo ou na letra. Em outra direção, a citação pode ser ainda mais explícita, como é o caso do <em>sampling</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática do sampleamento tem sua origem com a música eletrônica. No início, os produtores pegavam trechos de músicas gravadas por terceiros e criavam uma obra completamente nova, repetindo esse trecho na faixa para fazer a base. Em alguns casos, o pedaço escolhido era tão retrabalhado que pouco se assemelhava à gravação original. Assim, o <em>sample</em> tornou-se elemento fundante de certos gêneros musicais e culturas como a da própria música eletrônica, do hip hop e, no Brasil, do funk carioca. Veja no vídeo abaixo uma sessão do <a title="Sany Pitbull | SoundCloud" href="http://www.soundcloud.com/sanypitbull" target="_blank">DJ Sany Pitbull</a> que traz uma série de referências para o funk.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/SGoUsLzd-Ik" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns músicos vão ainda mais além. É o caso do projeto <a title="Girl Talk | MySpace" href="http://www.myspace.com/girltalk" target="_blank">Girl Talk</a>, criado por Gregg Gillis, que usa trechos de músicas bastante conhecidas do universo pop para, através da técnica de <a title="Mashup ao vivo: inovação no modelo de apresentação de DJs " href="http://estrombo.com.br/mashups-ao-vivo-inovacao-nos-modelos-de-apresentacao-de-djs" target="_self"><em>mashup</em></a>, criar suas faixas originais. O álbum “Night Ripper”, de 2006, usa quase em sua totalidade <em>samples</em> de mais de 100 gravações, indo de Britney Spears a Fleetwood Mac.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata se sampleamento, é claro que não se deve deixar de lado a proteção legal das obras das quais são extraídos os trechos. Muitos compositores não se sentem à vontade em ter pedaços de suas músicas usadas em outras. Por outro lado, muitos daqueles que liberam suas canções querem receber pelo fragmento utilizado. E não há nada mais justo: afinal, os músicos devem receber por suas criações “primeiras”, sem as quais as obras derivadas não existiriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, ao paramos para pensar no processo de criação, o debate fica ainda mais complicado. Ainda que não intencionalmente, é fato que artistas fazem referências a uma série de obras, materializando suas influências na gravação. <strong>Por isso, no que diz respeito ao uso dos samples, o que está em questão aqui é o ponto: quais o limites para a originalidade musical hoje? Criar a partir da obra de terceiros é um processo menos autêntico do que fazer uma composição “do zero”? Como lidar com os diretos autorais (e os custos de transação para autorização dos autores) relacionados a cada música sampleada?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No próximo post, entenda melhor como lidar com os pequenos trechos na música.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também no <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, no <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e no <a title="Estrombo | Youtube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">Youtube</a>.</p>
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		<title>Já pensou em usar GIFs para divulgar a sua música?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um exemplo de estratégia criativa de divulgação é a do rapper Theophilus London. O nova-iorquino vai lançar um CD de remixes do seu último trabalho “Timez Are Weird These Nights” e está usando um método nada convencional para divulgar as músicas: GIFs animados. O disco, que foi lançado no dia 24 de abril, está sendo patrocinado pelo buscador Bing, da Microsoft, e terá um GIF para cada faixa, produzida pelo Mr-Gif.com.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Die-Felsen-im-Studio-flickr-scytale-5349316885-CC-BY-2-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2167" title="Foto: Die Felsen im Studio, por scytale, CC BY 2.0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Die-Felsen-im-Studio-flickr-scytale-5349316885-CC-BY-2-01.jpg" alt="Foto: Die Felsen im Studio, por scytale, CC BY 2.0" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando  se trata de divulgar um trabalho musical, os artistas precisam estar  atentos às possibilidades da cultura digital. Quanto maiores as  facilidades de gravação e produção, mais músicos usam as ferramentas  para dar corpo às suas ideias – e, com mais músicos trabalhando, mais  acirrada é a competição pela atenção do público. Assim, vão se destacar  os que pensarem “fora da caixa” e utilizar os canais certos para atingir  os fãs.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  exemplo de estratégia criativa de divulgação é a do rapper Theophilus London, que esteve no  Brasil em 2010. O nova-iorquino vai lançar um CD de remixes do seu  último trabalho “Timez Are Weird These Nights” e está usando um método  nada convencional para divulgar as músicas: GIFs animados. O disco, que foi lançado no dia 24 de abril, está sendo patrocinado pelo buscador <a title="Bing" href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, da Microsoft, e terá um GIF para cada faixa, produzida pelo <a title="Mr. GIF" href="http://mr-gif.com/" target="_blank">Mr-Gif.com</a>.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Last Name London" src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_m2de9eymtU1rt0lwko1_500.gif" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">Retomando parte da discussão anterior sobre a importância das <a title="Qual a importância da &quot;arte de capa&quot; do álbum na cultura digital?" href="http://estrombo.com.br/qual-a-importancia-da-arte-de-capa-do-album-na-cultura-digital" target="_blank">capas de discos</a>, esse caso mostra na prática como a imagem é importante na complementação de um trabalho musical.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais  uma curiosidade: como quase todos os DJs que participam do trabalho de  London já são conhecidos, o artista, em parceria com o Bing e o <a title="Collaborate with Theophilus London and Bing" href="http://www.talenthouse.com/theophilus-london-bing-remix-a-track" target="_blank">Talenthouse</a> lançou um concurso para que DJs fizessem uma nova versão para a faixa  “Around the World”. O ganhador não só participará do disco, como ganhará  US$ 3.500.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Lighthouse" src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m1yyi6ZSV31rt0lwko1_r1_500.gif" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">Confira o <a title="Timez are weird these nights | Tumblr" href="http://timezareweirdthesenights.tumblr.com/" target="_blank">tumblr</a> com os GIFs publicados até agora e ouça <a title="Last Name London" href="http://soundcloud.com/theophilusl/last-name-london-brodinski" target="_blank">uma das faixas do disco</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo nas nossas redes: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | Youtube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Com informações do <a title="Theophilus London Remixes His Album, Animated-GIF Style" href="http://mashable.com/2012/04/11/theophilus-london-remix/" target="_blank">Mashable</a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto: Die Felsen im Studio, por <a href="http://www.flickr.com/photos/scytale/5349316885/sizes/l/in/photostream/" target="_blank">scytale</a>, CC BY 2.0</em></p>
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		<title>Björk e o app Biophilia: para vender música, vale a criatividade</title>
		<link>http://estrombo.com.br/bjork-e-seu-album-app-biophilia-para-vender-musica-vale-a-criatividade</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 14:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora Björk lançou um “álbum-aplicativo” no fim do ano passado para que os seus fãs pudessem expandir a experiência musical e “jogar” as canções de seu disco “Biophilia” enquanto as ouvem. Independentes entre si, todos os aplicativos tentam traduzir o conceito do álbum: a relação entre natureza e tecnologia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já parou para pensar por que, apesar da facilidade em adquirir música gratuitamente na rede, muitas pessoas ainda pagam por elas?</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que ainda existe uma série de modelos de negócio que usam métodos mais tradicionais na hora de vender seu produto – e, uma vez que dê resultados, não há nada de errado com isso. Por outro lado, diversos artistas exploram formas cada vez mais criativas de comercializar sua produção.</p>
<p style="text-align: justify;">A cantora <a title="Björk" href="http://www.bjork.com/" target="_blank">Björk</a>, por exemplo, lançou um “álbum-aplicativo” no fim do ano passado para que os seus fãs pudessem expandir a experiência musical e “jogar” as canções de seu disco “Biophilia” enquanto as ouvem. O aplicativo sem as músicas é gratuito nos dispositivos da Apple, como iPhones e iPads. Para usufruir de toda a funcionalidade do programa, o usuário precisa pagar US$ 1,99 pelas faixas individuais ou comprar todas de uma vez por US$ 9,99.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2160" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/biophilia.jpg"><img class="size-full wp-image-2160" title="Björk - Biophilia - Virus" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/biophilia.jpg" alt="Björk - Biophilia - Virus" width="620" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A música-aplicativo &quot;Virus&quot;, do disco Biophilia</p></div>
<p style="text-align: justify;">Independentes entre si, todos os aplicativos tentam traduzir o conceito do álbum: a relação entre natureza e tecnologia. Acessando cada um dos apps, o usuário pode ouvir a música com o acompanhamento da letra ou partir para o conteúdo interativo, onde é possível manipular os elementos sonoros de determinadas faixas enquanto passa os dedos pela tela. O software é tão sedutor que, muitas vezes, o fã acaba comprando faixas por impulso com o objetivo de explorar ainda mais as possibilidades de interação de “Biophilia”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Palestra com o criador do aplicativo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No início de maio, Scott Snibbe, o artista e pesquisador responsável pelo desenvolvimento de “Biophilia”, vem ao Brasil para uma palestra sobre “Tecnologia aplicada à produção musical”. O workshop é parte da programação do <a title="Sónar São Paulo" href="www.sonarsaopaulo.com.br/" target="_blank">Festival Sónar</a> – Festival Internacional de Música Avançada e New Media Art – que acontece em São Paulo nos dias 11 e 12 de maio. E no dia 11, às 23h, a própria Björk traz o seu show para o público brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | Youtube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">Youtube</a>.</p>
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		<title>Qual a importância da “arte de capa” do álbum na cultura digital?</title>
		<link>http://estrombo.com.br/qual-a-importancia-da-arte-de-capa-do-album-na-cultura-digital</link>
		<comments>http://estrombo.com.br/qual-a-importancia-da-arte-de-capa-do-album-na-cultura-digital#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As capas de disco já estão de tal maneira presentes no nosso imaginário que até os novos formatos de áudio digital e tocadores de música incorporaram no seu design um espaço para inserirmos as fotos do disco. Assim, mesmo quando não temos a capa do vinil ou CD em mãos, podemos ser afetados por essas criações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Vinyl-Heaven-flickr-realsmiley-3386052208-CC-BY-2-0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2151" title="Vinyl Heaven" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Vinyl-Heaven-flickr-realsmiley-3386052208-CC-BY-2-0.jpg" alt="Vinyl Heaven" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com a desmaterialização da música, muitos achavam que o álbum – entendido aqui como um projeto fechado proposto pelo artista – acabaria. A possibilidade de comprar ou baixar as músicas individualmente estariam levando à derrocada do produto mais consolidado da indústria fonográfica.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais elementos componentes do álbum é, sem sombras de dúvida, a capa. Desde os anos 50, quando a indústria fonográfica começava a se consolidar, músicos viam que a capa era uma outra forma de comunicar a música. Muitas vezes, a capa cumpre a função de traduzir visualmente as faixas ou o nome do disco. Em outro casos, trata-se de uma escolha nada aleatória da imagem que determinada banda quer passar para o público.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, são incorporadas à cadeia produtiva da música fotógrafos, desenhistas, designers, todos eles deixando suas marcas nos trabalhos dos músicos. Nos anos 60 e 70, a capa tornou-se uma importante parte da nossa cultura, ganhando status de coleção, especialmente através de bandas como Pink Floyd, Queen e The Rolling Stones.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/albuns1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2156" title="Álbuns" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/albuns1.jpg" alt="Álbuns" width="600" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As capas de disco já estão de tal maneira presentes no nosso imaginário que até os novos formatos de áudio digital e tocadores de música incorporaram no seu design um espaço para inserirmos as fotos do disco. Assim, mesmo quando não temos a capa do vinil ou CD em mãos, podemos ser afetados por essas criações.</p>
<p>Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Estrombo | Youtube" href="http://www.youtube.com/projetoestrombo" target="_blank">Youtube</a>.</p>
<p><em>Com informações do <a title="The importance of album art in the digital age | Music Think Tank" href="http://www.musicthinktank.com/blog/the-importance-of-album-art-in-the-digital-age.html" target="_blank">Music Think Tank</a></em></p>
<p><em>Foto: Vinyl Heaven, por <a title="Vinyl Heaven" href="http://www.flickr.com/photos/realsmiley/3386052208/" target="_blank">realsmiley</a>, CC BY 2.0</em></p>
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		<title>Pinterest: você sabe o que é (e já faz parte dele)?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 14:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Pinterest é como um mural onde o usuário pode compartilhar coisas interessantes encontradas na internet, “pregando-as” nesse espaço. Em alguns aspectos, lembra bastante as ferramentas de social tagging, como o del.icio.us, onde catalogamos nossos links favoritos, podendo deixá-los públicos para outras pessoas. De certa forma, o Pinterest faz a mesma coisa, mas com maior apelo visual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/teh-jukebox-mxcl-465256952-cc-by-sa-post1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2141" title="Foto: Teh Jukebox, por mxcl, CC BY-SA 2.0" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/teh-jukebox-mxcl-465256952-cc-by-sa-post1.jpg" alt="Foto: Teh Jukebox, por mxcl, CC BY-SA 2.0" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos meses, uma nova rede social vem chamando a atenção dos internautas. O <a title="Pinterest" href="http://www.pinterest.com/" target="_blank">Pinterest</a> ainda está em fase de convites e lista de espera, mas já é a terceira rede social mais popular dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2142" class="wp-caption aligncenter" style="width: 409px"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/grafico.png"><img class="size-full wp-image-2142" title="Gráfico Pinterest" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/grafico.png" alt="Gráfico Pinterest" width="399" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">O gráfico mostra o crescimento do Pinterest até o fim de janeiro</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Pinterest é como um mural onde o usuário pode compartilhar coisas interessantes encontradas na internet, “pregando-as” nesse espaço. Em alguns aspectos, lembra bastante as ferramentas de <em>social tagging</em>, como o <a title="del.icio.us" href="http://del.icio.us" target="_blank">del.icio.us</a>, onde catalogamos nossos links favoritos, podendo deixá-los públicos para outras pessoas. De certa forma, o Pinterest faz a mesma coisa, mas com maior apelo visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a crescente popularidade, já existe uma série de desenvolvedores independentes criando plug-ins e extensões para ampliar o seu uso. E não vai demorar para que artistas e fãs de música se apropriem da rede social, assim como aconteceu com o Twitter e com o <a title="Instagram na divulgação e produção de conteúdo musical" href="http://estrombo.com.br/instagram-na-divulgacao-e-producao-de-conteudo-musical" target="_blank">Instagram</a>. O Hypebot, influente site sobre novas tendências na cultura da música, possui um <a title="Hypebot | Pinterest" href="http://pinterest.com/hypebot/" target="_blank">perfil na rede social</a>, com diversos gráficos e vídeos com os assuntos abordados no blog.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que essa tendência é uma aposta. Nessa direção, vêem surgindo na rede alguns sites que se dizem “o Pinterest da música”, como o <a title="Sworly | Geek" href="http://henrique.geek.com.br/posts/19224-sworly-um-pinterest-exclusivo-para-os-fas-de-musica" target="_blank">Sworly</a> e o <a title="This Is My Jam" href="http://www.readwriteweb.com/archives/this-is-my-jam-pinterest-for-music.php" target="_blank">This Is My Jam</a>. A diferença é que esses ainda não possuem a mesma adesão do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata de música on-line, as redes sociais são ferramentas que estimulam novas formas de consumo musical, além de poderem ser consideradas um importante canal de distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você já usa o Pinterest, conte sua experiência pra gente nos comentários e mande o link da sua conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o Estrombo também no <a title="Estrombo | Twitter" href="http://www.twitter.com/estrombo" target="_blank">Twitter</a>, no <a title="Estrombo | Facebook" href="http://www.facebook.com/projetoestrombo" target="_blank">Facebook</a> e no <a title="Estrombo | YouTube" href="http://www.youtube.com/estrombo" target="_blank">Youtube</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto: Teh Jukebox, por <a title="Teh Jukebox | mxcl | Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/mxcl/465256952/" target="_blank">mxcl</a>, CC BY-SA 2.0</em></p>
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		<title>Música e rede social: usos criativos do Twitter na circulação</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um post recente no blog institucional, o Twitter coletou diversos casos de uso da ferramenta por músicos, fornecendo dicas para novatos nesse universo. Em primeiro lugar, os artistas podem criar uma representação autêntica no site, pois é muito comum que o próprio atualize sua conta, de forma mais pessoal ou profissional. E os artistas podem se conectar com o público das mais diversas formas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/9.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2134" title="Estúdio Musical" src="http://estrombo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/9.jpg" alt="Estúdio Musical" width="620" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em março, o Twitter completou seis anos de vida. A mania começou instigando os usuários a responderem em seus tweets a pergunta “o que você está fazendo?” e, desde então, a ferramenta foi abraçada por toda sorte de público e utilizada para diversos fins. Observando a movimentação musical que acontece na rede social, o próprio Twitter criou uma conta para cuidar de informações relacionadas à música, o <a title="@twittermusic" href="https://twitter.com/#!/twittermusic" target="_blank">Twitter Music</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um <a title="Twitter | Music" href="https://dev.twitter.com/media/music" target="_blank">post recente no blog institucional</a>, o Twitter coletou diversos casos de uso da ferramenta por músicos, fornecendo dicas para novatos nesse universo. Em primeiro lugar, os artistas podem criar uma representação autêntica no site, pois é muito comum que o próprio atualize sua conta, de forma mais pessoal ou profissional. E os artistas podem se conectar com o público das mais diversas formas:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fotos</em><br />
Além de usar poder utilizar o próprio Twitter para hospedar e compartilhar as fotos, os usuários podem usar outros serviços integrados à plataforma, como o Instagram [Link para post], um dos mais populares aplicativos de foto atualmente;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Hashtags</em><br />
Através das hashtags, o Twitter consegue agrupar e armazenar a informação sobre determinado assunto e as mais populares aparecem em destaque no site. Seja criativo, se inspire em outros casos e crie hashtags para lançamentos de novos trabalhos, shows de turnê, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Entrevistas com fãs</em><br />
Qual o público que não está sempre bem disposto a saber mais sobre a sua história? Tire uns minutinhos de folga e convidepeça para os seus fãs a te entrevistarem.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Colaboração</em><br />
Outra forma de se engajar com o seu público é fazer chamadas para que ele ajude você na produção de novas músicas, capas de discos ou até mesmo para decidir o setlist do show.</p>
<p>***</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, são vários e criativos os usos que os músicos fazem do Twitter. Como você utiliza a ferramenta?</p>
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