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No site da revista ARede: “Um negócio bem afinado”

Foto: Heavy Roc Music, por p_kirn, CC BY-SA 2.0

Projeto Estrombo, do Rio de Janeiro, articula agentes culturais para enfrentar profissionalmente os desafios tecnológicos da nova cadeia produtiva da música.

Por João Varella

Em 2003, quando decidiu gravar seu disco de estreia, a mineira Raquel Coutinho se isolou em uma fazenda para fazer pesquisas e experimentações. Em meio ao paraíso das montanhas da Serra do Cipó, em Minas Gerais, não tinha acesso a televisão e telefone, muito menos a internet. Em 2007, quando o álbum Olho d’água
ficou pronto, o mundo fonográfico era outro. O pouco poder que ainda restava às gravadoras parecia ter se esvaído completamente, levado pela popularização da banda larga e pelo download de músicas. Cento e quarenta caracteres bem escritos conseguiam fazer mais barulho que uma campanha publicitária milionária.

Artista com repertório de vastas influências musicais, Raquel não estava preparada para o novo cenário. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se abriram portas surpreendentes: um amigo sugeriu que participasse do Estrombo, projeto do Sebrae-RJ que visa capacitar agentes culturais musicais a atuar com novos modelos de negócios e novos canais de distribuição baseados na internet e nas novas tecnologias. Com essa aproximação, Raquel teve a oportunidade de expôr seu trabalho em duas feiras internacionais, na Dinamarca e na França.

Criado em 2010, o Estrombo é inédito no mundo. Foi a primeira iniciativa de economia criativa – como são chamadas as atividades diretamente vinculadas a inovação, tecnologia e criatividade – a ser apoiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Fundo Multilateral de Investimentos. O
investimento total é de US$ 2,1 milhões, sendo US$ 710 mil do BID, para um objetivo central: capacitar compositores, instrumentistas, cantores e produtores a aproveitar as tecnologias digitais para administrar seus próprios negócios.

O projeto tem tudo a ver com a palavra “estrombo”, que designa uma espécie grande de caramujo marinho. “A concha do estrombo funciona como uma caixa de ressonância, que concentra e amplifica os sons. A reverberação, que gera barulhos parecidos com o do mar, é a soma dos vários ecos produzidos”, compara Marília Faria, coordenadora do projeto. Ela refere-se a uma corrente em que a venda de discos e DVDs é apenas um elo, hoje talvez um dos mais frágeis. Comércio online de fonogramas digitais, shows, ringtones, trilhas para filmes e games, direitos autorais, venda por download são alguns elementos da nova música.

Essa ressonância empreendedora já envolveu Raquel e outras 2.400 pessoas, que receberam apoio para aprender a lidar com a nova realidade, em que a proatividade dos interessados é fundamental. Aos poucos, eles percebem que é possível gerar negócios formais a partir de financiamentos, investimentos, contratações, editais etc. A ideia por trás disso é: quem quer viver de música precisa tirar as ideias da cabeça e transformá-las em projetos e, dessa forma,
passar a administrar sua arte como uma “empresa” onde se trabalha para si próprio. E de forma articulada e coletiva. “As pessoas ficam se olhando, esperando. Agora o modelo pede que os novos talentos ajam”, analisa Marília.

Venda e Circulação

O produtor Daniel Domingues, frequentemente convidado a dar palestras nas oficinas do Estrombo, concorda com Marília. Ele recorda que em passado recente o músico via-se obrigado a pagar para as rádios tocarem a chamada música de trabalho, uma prática apelidada de jabaculê, ou apenas jabá. As gravadoras tinham
investimento seguro: para cada R$ 1 investido em marketing, o retorno era de R$ 10. “Com a internet, a coisa começou a mudar. O artista é obrigado a pensar em um projeto de circulação antes de sair um disco”, diz.

A queda do modelo de venda de discos afeta artistas de todos os portes. Um exemplo é Madonna, cujo álbum MDNA, lançado em março deste ano, vendeu apenas 46 mil cópias na segunda semana de circulação. Os números são bem diferentes daqueles de 1984, quando a cantora registrou venda de 1,2 milhão de discos na segunda semana do LP Like a Virgin, estabelecendo um padrão de venda de pelo menos 475 mil unidades no mesmo período.

A atual lógica de distribuição e comercialização é uma faca de dois gumes. Para Marília, a questão do direito autoral ainda não está bem resolvida. Por outro lado, lembra que “até um adolescente sozinho em casa pode compor, gravar e vender a própria música”. E a produção pode chegar além-mar e em novos formatos. O artista carioca Oswaldo G. Pereira, de 44 anos, é um caso típico: negocia sua música até mesmo para ringtones de celular. Nada mal para um músico que depois do primeiro CD, Olha Zé, de 1998, chegou a cogitar trocar as rodas de pagode pelas papeladas dos fóruns. “O caminho da música estava muito difícil”, recorda.

Na formatura do curso de Direito, Pereira fez uma apresentação de samba para os colegas. Depois, gravou outros dois álbuns e se uniu ao Estrombo. Conseguiu mostrar sua arte em feiras internacionais, apresenta-se na Europa e negocia com gravadoras internacionais, enfrentando o desafio dos contratos que parecem
escritos em chinês. Bem, um deles é literalmente em chinês. Aí a solução é pedir ajuda à assessoria de tradutores e juristas do próprio Estrombo, que tem uma equipe para isso.

Além do Sebrae e do BID, o Estrombo fez uma parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), cujos professores ajudam na capacitação dos profissionais de música. Da união com o projeto Open Business, também da FGV, nasceu o programa Farol Digital, de capacitação para empreendedores de lan houses. A experiência está registrada no webdocumentário Farol Digital: a lan house como centro de inclusão social e cultural, dirigido por Lao de Andrade e que trata da importância desses espaços na inclusão digital, seja por meio de jogos, da educação ou da prestação de serviços de governo eletrônico.

O Estrombo não é um mero exportador de cultura. Alguns projetos apoiados pelo Sebrae têm como proposta agitar o interior do Rio de Janeiro com festivais e apresentações. A trupe de cinco produtores do coletivo Ponte Plural atravessa as fronteiras da região metropolitana em busca de agentes culturais dispostos a promover eventos gratuitos ou a preços populares. Mais de 600 cidades já foram mapeadas pelo Zonte Plural, segundo Luiza Boitencourt, 29 anos, uma das coordenadoras da organização. “O foco é a música, mas nos festivais tentamos integrar outras artes, como poesia, arte individual, fotografias, quadros, dança e circo. A gente sempre procura agregar, para estimular todas as áreas”, revela. Um exemplo é a Banda Tereza, que faz parceria com a Ponte Plural em
projetos como a festa “Nunca fui a Barretos”, em 2010, em Niterói.

Além de trazer artistas locais, a Ponte Plural estimula o intercâmbio. Quando o projeto chegou à região serrana do Rio de Janeiro, era distante a relação entre agentes culturais de Nova Friburgo e Petrópolis, separadas 120 quilômetros. Entre as duas cidades está Teresópolis. O jeito foi articular os coletivos dos três municípios, que passaram a receber edições dos festivais Grito do Rock e Fora do Eixo, além de diversas oficinas.

A certeza de que esse tipo de iniciativa é firme fez Luiza largar a carreira de advogada e, a partir deste ano, se dedicar exclusivamente à Ponte Plural. Confirmando uma das características da economia criativa no Brasil, de atração de pessoas das mais diversas áreas do conhecimento, o coletivo é integrado por outro advogado, um jornalista, um cineasta e uma estudante de estudos de mídia, todos dispostos a enveredar de vez para a área da cultura e em busca dos recursos obtidos por editais e leis de incentivo.

Outra pessoa que mudou radicalmente a área de atuação para trabalhar com música é a empreendedora Lizete Fregonesi. Bióloga com doutorado em fisiologia, acabou trabalhando em grandes empresas da área de finanças e com seguros. Em 2008, entrou em contato com o Sebrae para dar nova guinada profissional: criou a FRG Cultural, empresa que agencia e produz artistas do Rio de Janeiro.

Quem estiver interessado em dar uma guinada na carreira em direção à música com ajuda do Estrombo pode se cadastrar no site oficial ou participar dos eventos.

Fonte: ARede nº 80 – maio de 2012

Foto: Heavy Roc Music, por p_kirn, CC BY-SA 2.0

Modelos de negócio “on demand”: música e as tecnologias digitais

Jukebox

Você já parou pra pensar como a música é parte fundamental de nossas vidas? Ela está em todo lugar, seja no alto-falante da loja de departamentos que passamos a caminho do trabalho, na apresentação do artista de rua ou no fone de ouvido que nos afasta do barulho da cidade. Em muitos casos, escolhemos onde, o quê e como queremos ouvir. Em outros, a música está presente independente da nossa vontade – o importante é que ela está lá.

Os novos negócios digitais tornam a presença da música ainda mais evidente: dos games do tipo Guitar Hero, que criam uma experiência mais participativa para o consumo musical, a serviços de streaming que oferecem grande quantidade de faixas armazenadas na nuvem, todas ao gosto do ouvinte. Isso sem falar da avalanche de novas músicas e bandas surgindo a todo momento.

Vivemos numa época crucial para o futuro da música – é claro que ela continuará existindo, a despeito de discursos mais apocalípticos. Estamos assistindo e participando da reformulação de uma série de práticas comerciais em torno desse bem cultural tão valioso. As fórmulas empregadas pela indústria fonográfica até o início dos anos 2000 eram viáveis dentro do contexto econômico e tecnológico do período. A popularização dos formatos de áudio digital e das redes de compartilhamento pode ter criado um problema para o sistema vigente, mas ao mesmo tempo, catalisou inovações dentro do novo contexto para contornar as dificuldades. E são esses empreendimentos, dialogando com o cenário atual, que garantirão a sobrevivência da música.

Ainda não há um modelo de negócios do tipo ideal e único, como outrora. A questão é que talvez ele nem precise existir. Hoje, vemos algumas tendências que confirmam isso. Produtos e serviços são oferecidos de maneira cada vez mais personalizada, de acordo com as demandas e preferências dos consumidores. Basta ver os diversos planos de contratação dos serviços de streaming, por exemplo. Os percursos das bandas independentes também são outro indício dos diversos novos modelos de negócio. Diferentes nichos e contextos pedem diferentes estratégias para promover da maneira mais eficiente possível a distribuição da música, de modo que ela chegue ao público certo da melhor forma possível.

Só isso já deixa claro que a música está mais viva do que nunca. E a tendência é que ela faça parte do nosso cotidiano de forma ainda mais intensa com as novas tecnologias digitais.

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Foto: Teh Jukebox, por mxcl, CC BY-SA 2.0

No Correio Braziliense: “Composição globalizada”

All be tuned

A brasiliense Taynah Reis venceu uma seleção acirrada para participar de uma das mais tradicionais feiras de música internacional com o projeto de um aplicativo para que artistas componham, on-line, mesmo que de lados opostos do mundo

Por Gláucia Chaves e Nana Queiroz

Taynah Reis, 24 anos, não é exatamente o que as pessoas visualizam quando imaginam uma nerd da informática. De salto alto, jaqueta de couro branca e um sorriso pra lá de charmoso, ela embala o intelecto de uma autodidata em programação. Aos 14 anos, ensinou a si mesma a linguagem dos computadores. De lá pra cá, tentou balancear a rotina entre essa habilidade e outra paixão: a música. Formou-se em balé, passou a cantar. “Hoje, levo uma vida tripla. De dia, ganho o sustento em uma ONG, como programadora e estudo economia na Universidade de Brasília (UnB). À noite e aos fins de semana, sustento a alma fazendo shows como cantora de música eletrônica”, conta.

Levar uma rotina de três eixos é um trabalho duro – duro demais. Por isso, há dois anos, Taynah passou a buscar maneiras de juntar todas essas aptidões em uma coisa só. Começou a nascer, então, o All be tuned (algo como “todos sintonizados”), um aplicativo que pretende dar a músicos a oportunidade de compor juntos, mesmo que a partir de lados opostos do mundo. “Essa vida de artista em Brasília é complicada. As gravadoras, os estúdios e o pessoal de produção ficam quase todos em São Paulo, e a viagem pra lá é cara. Comecei a observar, então, que havia a demanda por um meio de fazer tudo isso on-line, de maneira interativa”, relata ela.

Ideia no papel, Taynah inscreveu o projeto na Midem – Connected by Music, uma das mais tradicionais feiras do mercado musical internacional. “Neste ano, fizemos um chamado por ideias tecnológicas. Queríamos dar a artistas, gravadoras e produtores a oportunidade de expor seus projetos em Cannes, na França”, explica Olivia Hervy, uma das organizadoras do evento. O plano de Taynah agradou tanto que ela venceu uma seleção para apresentar-se, no início deste ano, diante de uma plateia das mais qualificadas, com rerpesentantes de mais de 90 países. Além disso, uma equipe de 30 programadores de sucesso trablhou por 24 horas no desenvolvimento de sugestões para o All be tuned. “O evento me abriu grandes oportunidades de parcerias e patrocínios. Agora, resta botar a mão na massa”, diz Taynah. “Em um mês e meio, espero estar pronta para apresentá-lo ao mundo.”

O projeto

O conceito do All be tuned está baseado em uma convicção que data da época da criação da rede social MySpace: em tempos de internet, o caminho para os artistas não passa mais, necessariamente, pelas gravadoras. Segundo Taynah, hoje, é possível fazer música de qualidade em estúdios caseiros e, às vezes, com bem poucas ferramentas à mão. “Esses dias gravei uma canção usando apenas um iPhone. Disponibilizei-a na internet e, apenas um dia depois, ela já tinha alcançado 2 mil acessos”, exemplifica a brasiliense. Sites como YouTube, MySpace e demais redes sociais já substituíram, inclusive, o trabalho dos publicitários, criando espaços para que músicos possam se autopromover. Recentemente, o SoundCloud (considerado por muitos a melhor e mais atual encarnação do MySpace) permitiu até mesmo que artistas criem, gravem e editem on-line.

Taynah quer dar o próximo passo. Ela pretende “interativisar” o processo de composição musical. “Se, durante a criação de uma música, eu puder contar com uma ajudinha de outro lado do mundo, por que recusá-la? E se, no processo, eu puder agregar, ainda, valores de outras culturas à minha produção?”, provoca. O All be tuned terá vários formatos. Será uma rede social na internet e um aplicativo em smartphones e tablets. Em todas as plataformas, porém, seu funcionamento será o mesmo.

Tudo começa com o artista e sua ideia. Ele adiciona no All be tuned um áudio ou vídeo com uma prévia de sua música e expressa seus desejos quanto a ela – por exemplo, especificando que instrumentos devem executá-la e se a voz para cantá-la deve ser feminina ou masculina, grave ou aguda. Depois, estabelece quanto pode pagar por cada um desses componentes. Nessa etapa, os valores podem ser módicos, como R$ 1 ou R$ 2, já que, no futuro, cada um dos participantes terá sua fatia do lucro obtido na venda. Os interessados enviam, para o dono do projeto, arquivos – também em som ou vídeo – com amostras de seu trabalho. O artista decide, então, quem “contratará”, compra o arquivo produzido por cada um deles e monta a composição.

Começa a venda. O autor da música diz o seu preçø e o lucro é repartido entre todos os envolvidos, com a maior porcentagem ficando para o dono da ideia. Caso o projeto vire hit, gravadoras podem participar de um leilão para comercializar aquela canção, ou o músico pode optar por vendê-la a uma gravadora parceira do site. “Essa é uma maneira de centralizar o lucro nos artistas e não em quem está comercializando o que eles produzem”, defende Taynah.

David Haynes, diretor do SoundCloud, que esteve presente na apresentação de Taynah, diz que o All be tuned virá em boa hora para o mundo da música. “É uma ótima ideia. Estamos todos muito ansiosos para ver a web facilitando a criatividade e novas formas de colaboração on-line. Na Midem, conhecemos várias pessoas que trabalham em aplicativos nesse sentido.”

Para materializar o All be tuned, a programadora diz estar, agora, em contato com possíveis parceiros e patrocinadores. Ela acredita que seus contatos com a Petrobras, o Ministério da Cultura e o Sebrae estão entre os mais promissores. Os próximos passos contam ainda com escalas em feiras de tecnologia e música na Grécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Fonte: Correio Braziliense

Facebook, música e novos negócios em redes sociais

Música e redes sociais

O fato do tema “redes sociais e música” aparecer com bastante frequência no blog do Estrombo tem como objetivo apontar a necessidade de explorar as possibilidades advindas dos novos meios de comunicação. Hoje, a maior rede social do mundo é o Facebook. Ainda que não seja direcionada especificamente para a música, existe uma série de formas de usar o site para esse fim. Na verdade, o Facebook está, aos poucos, se tornando um polo importante para o consumo de mídia no ambiente digital, seja música, filmes ou até jornais online.

Na rede, as bandas podem aparecer como perfis pessoais ou páginas. As páginas, além de poderem ser customizadas “a gosto do freguês”, podem receber diversos aplicativos desenvolvidos por terceiros para otimizar o marketing musical no site.

Mas mais importante que deixar a página com a “sua cara”, é criar estratégias para estimular o engajamento, por exemplo, através de promoções ou métodos menos ortodoxos, como liberar conteúdo à medida que determinado é curtido ou compartilhado por um número pré-estabelecido de pessoas. No caso específico do Facebook, é possível mensurar as ações através da ferramenta de análise. Assim, bandas podem medir o impacto de sua comunicação e buscar novos direcionamentos tendo como base os resultados atingidos. E, claro, tão importante quanto falar nas redes sociais, é saber ouvir o que seu público tem a dizer.

***

A forma de se fazer negócio com música vem mudando ao longo da última década. Claro que modelos mais tradicionais ainda permanecem eficientes em diversos casos. No entanto, vemos hoje uma explosão de novas possibilidades para o mercado musical. A valorização de novas moedas é uma delas. Na economia da atenção, por exemplo, é fundamental que bandas sejam encontradas e conectem-se com seu público no oceano de novas bandas e artistas surgindo a cada momento. Uma forma de se fazer isso é o uso estratégico das redes sociais. Por isso, seu uso deve ser planejado, monitorado e analisado para consolidar a presença online do artista e abrir portas para novos saltos profissionais.

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Workshop “Engenharia de Produção do Entretenimento”, dia 5

O IATEC (Instituto de Artes e Técnicas em Comunicação) realizará na Barra da Tijuca, dia 05/03, segunda-feira, das 19:00h às 22:00, a palestra “Engenharia de Produção do Entretenimento”.

O colóquio será ministrado pelo Gerente de Operações de Engenharia da TV Globo Fernando Araújo e a entrada será um pacote de fralda geriátrica, que será doado ao Retiro dos Artistas.

Workshop “Engenharia de Produção do Entretenimento”

Fernando Araújo é graduado em Engenharia Eletro-Eletrônica pelas Faculdades Reunidas Prof. Nuno Lisboa em agosto de 1987. Pós-Graduado em Gestão Empresarial pela PUC-Rio em dezembro de 1997. MBA em Comunicação e Marketing pela ESPM-Rio em Janeiro de 2004. Exerce há 10 anos o cargo de Gerente de Operações de Engenharia na Central Globo de Produções na TV Globo, é o responsável pela gestão do departamento de operações de estúdios e eventos, e especialista na produção ao vivo de grandes eventos e programas de auditório.

Engenharia de Produção do Entretenimento

Engenharia de entretenimento é o campo de estudo que se apropria da análise de produção, estabelecendo relações com as atividades econômicas modernas, educação, arte e cultura. Dentro do setor de entretenimento, atua na produção, avaliação e seleção de projetos de produtos do entretenimento, com base em métodos quantitativos da Engenharia de Produção, em teorias, métodos de áreas complementares e inclusive em leis de incentivo.

Fernando Araújo abordará os seguintes tópicos no workshop: a origem e a visão da Engenharia de Produção do Entretenimento; a cultura como negócio no teatro, cinema e televisão; o projeto Trans Mídia; e a visão de futuro e inovação.

Serviço:

Workshop gratuito “Engenharia de Produção do Entretenimento”, do IATEC, na sede do instituto na Barra da Tijuca.

Coordenação: Fernando Araújo

Data: 05 de março de 2012, segunda-feira.

Horário: das 19:00h às 22:00h.

Local do Workshop: IATEC -  Av. Érico Veríssimo, 999 – 3º andar, 302. Barra da Tijuca. Rio de Janeiro, RJ (mapa)

Inscrições/Reservas: Enviar e-mail para atendimento@iatec.com.br com nome, telefone e e-mail.

Ingresso: 1 pacote de fralda geriátrica

Maiores informações: www.iatec.com.br

Farol Digital

 

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