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Quando a música te leva para novos caminhos (e dá certo)

A Beats Electronics LLC, fabricante de fones de ouvido fundada pelo rapper Dr. Dre e pelo produtor musical Jimmy Iovine, receberá US$ 500 milhões da firma de private equity Carlyle, o que fez a companha passar a valer mais de US$ 1 bilhão.

A Beats informou que os recursos para a compra de uma parte minoritária na empresa varia do Carlyle Partners V, um fundo de US$13,7 bilhões de dólares.

A fabricante de fones de ouvido, que também vende alto-falantes, disse que compraria uma parte de 24,8% na fabricante de smartphones de Taiwan HTC Corp.

A HTC, que vem enfrentando a competição da Samsung Electonics e da Apple, disse que venderia a participação por US$ 265 milhões, registrando lucro antes de impostas de US$ 265 milhões, registrando lucro antes de impostos de US$ 85 milhões.

A HTC comprou uma parte de 50,1% na empresa em 2011, mas vendeu metade dessa participação um ano depois.

História


Um dos grandes méritos da Beats está na necessidade que deu origem à empresa: o famoso rapper Dr. Dre vivia frustrado porque as pessoas não estavam ouvindo as músicas “do jeito que elas realmente são”. Isso porque a má qualidade dos fones de ouvido populares não estava reproduzindo diversas nuances que ele, Dr. Dre e outros produtores musicais criavam com tanto carinho e esforço nas suas músicas

Com isso, Dr. Dre resolveu criar seu próprio fone de ouvido. Para garantir que as pessoas ouçam as músicas “por completo”.

Difícil pensar em uma história mais vendedora do que essa. E tudo isso com a assinatura de um dos mais respeitados produtores musicais dos EUA.

Proposta de emenda constitucional da música é aprovada no senado

O plenário do senado aprovou em primeiro turno, no dia 11 de setembro, com 50 votos a favor (e apenas 4 contra) a PEC da música. A proposta prevê isentar CDs e DVDs com obras de artistas brasileiros de impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre Produtos Industrializados (IPI).

O texto ainda terá que ser aprovado em segundo turno, caso seja aprovada sem alterações, será publicada sem precisar voltar para a Câmara, onde já foi aprovada. Entre os artistas a expectativa é grande, pois pode reduzir em até 25% o custo dos produtos para o consumidor, fazendo com que fiquem mais acessíveis.

Para Otávio Leite, deputado do PSDB-RJ e autor da proposta, o objetivo é que a música brasileira possa ser vendida por um preço mais barato, para que a população possa consumir o produto e que os artistas possam vender seus discos e músicas pela internet sem ter que pagar qualquer tributo.

Mas senadores do Amazonas reprovam à PEC, para eles a proposta pode gerar desemprego na Zona Franca de Manaus, pólo de fabricação de CD’s e DVDs. Os parlamentares amazonenses interferiram diversas vezes durante a longa discussão no plenário, afirmando que o estado terá grande perda de receita e que a pirataria só aumentará.

“Essa PEC, aprovada, garantindo a imunidade, sabe o que pode acontecer? Não sou eu quem diz isso, são os técnicos da Receita Federal. Pode ampliar a pirataria, porque a Receita Federal não vai querer fiscalizar um produto que tem imunidade tributária. E, se a Receita Federal do Brasil não fiscalizar um produto de imunidade tributária, CDs virgens chegarão ainda mais no Paraguai, como chegam hoje. E eles são a base para a pirataria”, disse a senadora Vanessa Grazziotin do PCdoB-AM.

Mercado de novas mídias audiovisuais da China ultrapassa os 15 bilhões de yuans

Mercado de novas mídias audiovisuais da China ultrapassa os 15 bilhões de yuans, moeda oficial do país, e até o final do ano o país terá 372 milhões de usuários de vídeo pela internet, e 436 milhões de ouvintes de música pela internet. Saiba mais → http://bit.ly/19w0wJZ

O crowdfunding e a música, uma relação de sucesso

A convergência das mídias e a cultura digital são fatores que vêm influenciando o posicionamento e transformando a comunicação de empresas, marcas, artistas.

Este encontro das mídias não pode mais ser encarado como uma tendência, como um fenômeno latente, mas sim, como uma realidade com a qual nós temos que nos adaptar enquanto receptores, produtores e consumidores de informação.

Neste contexto, o conceito de crowdfunding, surgido e firmado em 2010 nos Estados Unidos, aparece como uma alternativa interessantíssima aos meios tradicionais de comunicação e divulgação. Este consiste em um financiamento coletivo e democrático, ou seja, qualquer pessoa que tenha uma ideia de projeto pode cadastrá-la no site de financiamento coletivo, estipular uma quantia de dinheiro exigida para viabilizá-la e um prazo para a verba ser arrecada.

Neste universo de financiamento coletivo no Brasil, é certo dizer que a maioria dos projetos – e a maioria dos que se tornam bem-sucedidos nas plataformas – são aqueles relacionados à música.

No Brasil, o mais conhecido no ramo da música é o queremos.com.br, o qual já contamos a história aqui no artigo “Negócio Por acaso”.

No Embolacha, site de crowdfunding também especializado em música, de 17 projetos inscritos – sendo que 3 estão em andamento – 12 foram bem sucedidos e apenas 2 não foram concluídos com sucesso.

Existe, ainda, mais abrangente, o catarse.com onde dos 148 projetos bem sucedidos, 47 são de música. Juntos, eles arrecadaram mais de R$ 349 mil. “Existe sim uma oferta maior de projetos musicais, 87 projetos já entraram no ar. Mas também existe o lado do interesse do público em fazer parte do projeto da banda/cantor que já curtem”, afirma um dos responsáveis pelo site, Luís Ribeiro.

Existem diversas oportunidades. Inove, viva e sobreviva de música! A gente te ajuda, fique ligado por aqui ;D

Inscreva-se para o Encounters – Copa das Confederações

Acontece nesta sexta-feira (21/06), das 14 às 17h, no SEBRAE/RJ, que fica na Rua Santa Luzia, número 685, 9ª andar, no Centro do Rio de Janeiro, um evento direcionado à micro e pequenas empresas da indústria musical.

O Brasil Music Exchange é um projeto conduzido pela BM&A e a Apex – Brasil, e traz ao cenário musical uma nova visão de negócios, procurando estimular atividades e trocas de experiências no mercado internacional de música.

Assim, de olho nos negócios e no contexto do projeto de exportação da música brasileira, a BM&A trará empresários para os jogos da Copa das Confederações. A expectativa é de que cerca de 1000 estrangeiros, de mais de 70 países, venham ao país para assistir a partidas do torneio e, principalmente, possam conhecer produtos e serviços brasileiros.

No próximo dia 21 de junho, sexta-feira, das 14h às 17h, na sede do Sebrae/RJ ( rua Santa Luzia, 685- auditório), a  BM&A irá realizar um encontro com esses convidados e tem o prazer de convidá-lo. Do nosso setor teremos 7 convidados internacionais, confira os nomes abaixo.

Convidados

Karen Pearson / Folded Wing
A Karen começou sua carreira de rádio há 16 anos na BBC, onde ela produziu o show “Worldwide”, de Gilles Peterson, ajudando-o a se tornar uma marca mundialmente respeitada e bem sucedida comercialmente. Em 2005, ela criou a empresa Folded Wing – e rapidamente estabeleceu-se como uma autoridade sobre podcasts e transmissões de áudio alternativo. Em junho de 2011 a empresa ganhou 5 prêmios em uma semana, mais notavelmente “Indie do Ano” no Prêmio de Produção de Rádio. A empresa é reconhecida como uma das mais inovadoras do mundo. Além de administrar a empresa e gerar novos negócios, a Karen é produtora do show do artista Jamie Cullum na BBC Radio 2. Junto com o projeto Brasil Music Exchange ela espera criar um programa para divulgar a grande variedade de música brasileira no mundo inteiro.

Chris Pattinson / Black Cab Sessions
Chris é produtor da série da televisão Black Cab Sessions. A série já viajou por várias cidades nos EUA e na Europa – e convida os melhores músicos de cada local a tocarem ao vivo no banco de trás de um clássico táxi londrino. Agora vai produzir a edição brasileira.

Lewis Robinson / Mais Um Discos
Lewis Robinson é o dono da empresa Mais Um, localizada em Londres. A Mais Um é uma agência internacional que promove e divulga a nova geração de música brasileiro através de lançamentos de discos, eventos e colaborações. A Mais Um representa alguns dos artistas brasileiros mais interessantes, tais como o pioneiro electro-acústica Lucas Santtana, a diva Amazônia Gaby Amarantos, o vanguardista popular Siba e os novo-tropicalistas Graveola, bem como um álbum de colaborações globais – ‘A Curva da Cintura “, uma colaboração inovadora entre Toumani Diabate, Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra.

Nick Unsworth / Soundcloud
Nick Unsworth é Gerente de Parcerias da Música no SoundCloud, que é uma plataforma online onde profissionais de música podem colaborar, compartilhar, promover e distribuir música.

Jacob Edgar / Putumayo-Cumbancha-Music Voyager
Desde 1998, o Jacob Edgar foi o principal pesquisador de música para o famoso selo americanoPutumayo World Music, contribuindo com músicas e encarte para mais de 100 compilações, vendendo mais de dez milhões de cópias. Em 2006, Edgar fundou a premiada gravadora Cumbancha. Ele também apresenta a série PBS Música Voyager, que em 2014 vai focar em música brasileira.

Dom Hodge / Frukt
O Dom Hodge trabalha na empresa Frukt desde 2005, vindo da Sony Electronics, onde ele ajudou a construir lojas de download e lançar uma variedade de produtos e serviços de entretenimento. Ele supervisiona o planejamento e as disciplinas criativas na agência. Sua equipe “produz ideias inteligentes e estratégias detalhadas de entretenimento” para algumas das marcas mais famosos do mundo.

Erol Cichowski / The Orchard
Erol Cichowski é gerente da América Latina para a The Orchard, distribuidor líder mundial de conteúdo de música digital, criada em 1997. A empresa trabalha principalmente com selos independents.

Para participar inscreva-se aqui!

Farol Digital

 

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