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Indústria da música ganha sistema de gerenciamento

A adoção do mesmo critério para o gerenciamento de dados, sem etapas burocráticas desnecessárias e mais facilidade para o fechamento de negócios.  O Sistema de Gerenciamento Fonográfico (SGF) é a materialização deste projeto, que foi apresentado nesta quinta-feira (27), no auditório do Sebrae/RJ para diversos representantes desta indústria. A instituição é um dos parceiros deste trabalho realizado com a ABMI e BID.

Um dos pontos mais importantes do SGC é a conversão de linguagem entre as plataformas digitais. Isto permite a transferência do conteúdo dos fonogramas, sem a necessidade de refazer as informações a cada vez que elas precisam ser enviadas para empresas de divulgação ou órgãos como o Ecad por exemplo. O sistema ainda prevê a geração de relatórios, já com o cálculo de pagamento de royalties e direitos autorais.

Dividido em três itens, o SGC prevê espaços para Cadastro, Ferramentas e Consultas. Tal disposição permite, por exemplo, a inserção de informações padronizadas, a localização mais simples de informações como ritmo, data de criação da obra, autor e o álbum correspondente. Mas o maior ganho é o ISRC, registro internacional.

“Este é um momento importante para a cadeia produtiva da música, até porque as demandas surgiram a partir do Estrombo. Gostaria também de registrar o apoio do  Sebrae Nacional, importante para disseminar este sistema além do Rio de Janeiro”,  avaliou a gerente de Economia Criativa, Heliana Marinho, do Sebrae/RJ.

“Investimos em uma interface amigável para aprimorar a eficiência e, consequentemente, possa contribuir para o aumento do número de bons negócios. Ainda estamos buscando fórmulas para que o sistema seja o mais amplo possível, sem ficar limitado apenas aos associados da ABMI”, ressaltou a diretora executiva da associação, Luciana Pegorer.

“Acho que este sistema vai facilitar bastante a vida da gente. Qualquer ferramenta que resolva questões burocráticas é bem-vinda, porque dá mais impulso aos negócios e confere maior visibilidade as pequenas empresas”, diz o produtor fonográfico da Cross Music, Vinícius Sauerbronn, resumindo o sentimento da maioria.

Sistema de Gerenciamento Fonográfico será lançado esta semana

A base do Sistema de Gerenciamento Fonográfico (SGF), que será lançado nesta quinta-feira (27), no Sebrae/RJ, é facilitar o cadastro de informações sobre o conteúdo de fonogramas de forma organizada e com a vantagem de converter a linguagem entre as plataformas digitais.

Inédito no mercado, o SGF foi criado para conferir uma lógica única ao processo de cadastramento. Com a adoção do mesmo modelo, as informações poderão ser simplesmente replicadas entre parceiros, órgãos como o ECAD ou empresas de divulgação, facilitando assim o processo de distribuição.

Esta ferramenta vai permitir um controle preciso dos produtores sobre a organização dos catálogos e conteúdo de fonogramas. O processo prevê o registro de informações detalhadas como nome do autor, da música, o álbum a que pertence, data de criação e, principalmente, o ISRC, registro internacional.

Outro diferencial importante diz respeito à comercialização dos conteúdos. Com a criação de um banco de dados, será possível reunir acervos musicais e pesquisar as informações a partir de filtros como ritmos, gêneros, autor, data de criação da obra e ainda inserir ou importar relatório de vendas.

A expectativa da ABMI, Sebrae/RJ e BID, parceiros no desenvolvimento deste trabalho, é que o SGC se torne a principal ferramenta da indústria da música brasileira. O lançamento acontece às 15:00 h, no auditório do Sebrae, que fica na rua Santa Luzia, 685 / 9º andar.

Novas opções de negócio dentro do ramo musical

Há quem dê sorte de ser descoberto de um dia para o outro e virar ídolo de multidões. Há, ainda, aqueles que viram virais na internet e lucram rios de dinheiro em questões de minutos. Mas a gente sabe que não é tão simples assim para a maioria das pessoas, tanto que estamos sempre trazendo notícias, artigos, promovendo workshops e parcerias em busca de ajudar os músicos independentes.

A saída, para que se possa continuar vivendo de música, é buscar novas opções de negócio dentro do ramo. E muito artistas já correram atrás disso. Por isso, trouxemos para vocês algumas histórias de sucesso para servir de inspiração e mostrar que existem oportunidades que ficam há anos na nossa cara e nós não percebemos.

Os fones de ouvido By Dr. Dre são um bom exemplo. Um dos grandes méritos da Beats está na necessidade que deu origem à empresa (segundo a própria Beats): o famoso Dr. Dre vivia frustrado porque as pessoas não estavam ouvindo as músicas “do jeito que elas realmente são”. Isso porque a má qualidade dos fones de ouvido populares não estava reproduzindo diversas nuances que ele, Dr. Dre, e outros produtores musicais criavam com tanto carinho e esforço nas suas músicas.  Mas alguém já havia pensado nisso antes. Noel Lee, o cara que criou a Monster, que depois de se formar em engenharia levou sua formação para a área de componentes com uma premissa bem lucrativa: sua música não soa tão bem quanto poderia. Adicione alguns outro elementos nesta equação, como a Interscope , e o resultado foi o sucesso que vocês já conhecem.

beats by dr dre

Além disso, ainda podemos citar artistas que investiram em outros negócios, como Justin Timberlake, que comprou uma parte da rede social MySpace, e Bono Vox que investiu em 5% do Facebook.

Existem diversas oportunidades. Inove, viva e sobreviva de música! A gente te ajuda, fique ligado por aqui ;D

Farol Digital

 

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