Tags

Posts com a tag ‘Funk

Passinho vira filme e mostra expansão da cultura funk no Rio

O estilo já era popular nas comunidades do Rio, aos poucos virou febre entre os jovens cariocas, ganhou as redes sociais e, pelas mãos do diretor Emílio Domingos, foi parar nas telas dos cinemas. Com estreia prevista para o dia 11 de outubro, “A Batalha do Passinho – O Filme” vai mostrar a expansão da cultura funk na cidade e a realidade dos meninos que participam da competição → http://glo.bo/1g2TW1P

Empreendedor individual do funk: saiba como se formalizar

Recentemente, o SEBRAE/RJ lançou uma cartilha voltada para a cadeia produtiva do funk, com o objetivo de esclarecer e promover a formalização para os diversos profissionais da área.

No documento, que pode ser baixado aqui, há informações sobre os benefícios de se registrar como empreendedor individual, os tipos de atividades desenvolvidas que permitem o enquadramento na categoria e como fazer o cadastro.

Dentre as vantagens, o profissional formalizado pode abrir uma conta bancária jurídica, acessar empréstimos com juros diferenciados, fornecer serviços para prefeituras e governos, participar de editais de cultura e garantir benefícios aos seus familiares.

A categoria jurídica Empreendedor Individual (EI) é voltada para profissionais e negócios cujo faturamento anual não ultrapassa R$ 36 mil. Nesse caso, o empreendedor evolui para a condição de Microempresa e deverá cumprir novas obrigações do Simples Nacional.

Para obter outras informações como aposentadoria, contratação de funcionários, obrigatoriedade da emissão de notas fiscais e pagamento de impostos, leia a cartilha.

Saiba mais no Portal do Empreendedor e no Sebrae, através do 0800 570 0800.

Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: Twitter, Facebook e YouTube.

Foto: André Gomes de Melo CC BY-NC-SA 2.0

Lançamento da cartilha “Empreendedor Individual do Funk”

Acontece hoje, na Radio Nacional, o lançamento da cartilha sobre Empreendedor Individual voltada para a cadeia produtiva do funk. Confira as informações abaixo.

O movimento cultural do funk e a articulação dos profissionais

O funk carioca é um dos principais exemplos de música que vem “de baixo para cima”, ou seja, primeiro se tornando popular nas periferias, circulando nas pistas e palcos dos bailes para depois atingir outros meios como o rádio e a televisão. Desde o final dos anos 90, o gênero musical se fortalece, principalmente no Rio de Janeiro, além de ganhar reconhecimento também internacionalmente. Percebendo esse potencial e a necessidade de articulação entre os diversos agentes do funk, alguns artistas e profissionais se organizaram e criaram a Associação dos Profissionais e Amigos do Funk (APAFunk). Ela foi fundada por funkeiros, MC’s e DJ’s com o objetivo de informar e conscientizar os músicos e demais agentes de seus direitos, visando também a formalização e profissionalização.

A primeira vitória da associação foi o reconhecimento do funk como movimento cultural e do funkeiro como agente cultural popular. É claro que a luta ainda é muito maior – parte dessa batalha constante é registrada no site da APAFunk, que publica textos sobre leis e outros projetos que informam e trazem a público as discussões atuais sobre o movimento.

Outra ação importante, feita em parceria com outros grupos, foi a cartilha “Liberta o pancadão – o manual de direitos do MC”, com uma série de informações sobre a história do funk, sua força, além de esclarecer os artistas e profissionais sobre assuntos que podem passar despercebidos, como direitos autorais, a importância de registrar, proteger e garantir a autoria da obra, como dar entrada nesse processo, entre outros. E ressalta como o compartilhamento de músicas e as rádios comunitárias podem ser benéficas para os artistas e autores. Com isso, a cartilha sugere a formação de cooperativas, pois agir em conjunto é mais fácil do que tentar fazer tudo sozinho.

A APAFunk é um bom exemplo de como músicos e demais profissionais podem se articular para fortalecer a cena e sua cadeia produtiva. Esses agentes culturais perceberam a força do funk e a necessidade de informar os demais artistas do movimento como expandir suas fronteiras através de direitos e possibilidades garantidas a qualquer músico.

Acompanhe o Estrombo também nas nossas redes: Twitter, Facebook, YouTube e Flickr.

A economia da música que vem das periferias: mapear é preciso

Uma das áreas fundamentais do projeto Estrombo é a pesquisa. Ela será a base para entendermos melhor onde se localiza, quem faz parte e quanto dinheiro circula na cadeia produtiva da área da música do Estado do Rio de Janeiro. Fazer o mapeamento é uma forma de detectar gargalos e, ainda, subsidiar políticas públicas voltadas para o desenvolvimento e formalização do setor.

A música das periferias movimenta muitas pessoas e recursos, não só aqui no Rio de Janeiro, mas também em outras cidades brasileiras. É uma economia que gera grande valor, mas que ainda não é bem aproveitada e divulgada. Um exemplo do que acontece no Rio de Janeiro é o funk carioca.

Pesquisa realizada pela FGV mostra que, só em ingressos para os bailes, o funk movimenta R$ 10 milhões por mês. Identificar essas economias emergentes e fazer com elas dialoguem entre si (e com as demais economias criativas) é importante para estimular o desenvolvimento de diferentes modelos de negócios.

“Um aspecto importante do projeto é que ele não se prende a um único tipo de música. Uma das constatações que levaram à criação do projeto é que existe toda uma economia vindo das periferias das cidades brasileiras, inclusive aqui no Estado do Rio de Janeiro, que tem um vigor econômico muito grande”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getulio Vargas, sobre o Estrombo, em entrevista concedida no dia do lançamento do projeto. Assista o vídeo da entrevista:

Se você ou seu empreendimento buscam desenvolver negócios em torno da música, participe do projeto Estrombo. Inspire-se no blog do Estrombo e acompanhe as novidades também no Twitter, Facebook, Youtube e Flickr.

Farol Digital

 

Siga o @estrombo

Facebook