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“Estúdio Aberto”: um encontro de grandes produtores no Rio

Estúdio Aberto

No dia 16 de junho, quatro grandes nomes da indústria musical estarão reunidos no Rio de Janeiro para dividir suas experiências ao vivo. O encontro, que reunirá os produtores musicais Torcuato Mariano e Fernando Moura e os engenheiros Walter Costa (gravação e mixagem) e Ricardo Garcia (masterização), faz parte da 1ª edição do evento Estúdio Aberto. Inédita no país, a iniciativa, que conta com o apoio do Iatec e do site de notícias Overdubbing, tem a proposta de fazer a ponte entre os que querem aperfeiçoar seus conhecimentos com aqueles que estão no mercado atuando em grandes produções e ditando as tendências.

“O objetivo é a troca de experiências, proporcionando aos novos profissionais da música um contato direto com produtores mais experientes”, explica Fernando Moura, curador do evento. Na pauta do Estúdio Aberto, que será realizado das 10h às 18h nas instalações da unidade Centro do Iatec, serão abordados temas como composição, arranjo, gravação, mixagem, masterização, entre outros. O time de palestrantes da 1ª edição carrega no currículo diversos Grammys, além de atuações com grandes artistas nacionais, incluindo Djavan, Marisa Monte, Paralamas, Ana Carolina e Arnaldo Antunes; e internacionais, como Chuck Berry e George Martin. Para saber mais sobre os palestrantes e inscrever-se no evento, acesse www.estudioaberto.com.br.

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Marketing da música: 5 estratégias para engajar os seus fãs online

Guitar Study 1 - flickr - fmerenda - 2875792178 - CC BY-SA 2-0

Em primeiro lugar, é importante ter um plano. O website da sua banda ou a página no Facebook deve ser pensada estrategicamente, de forma que seja possível medir o retorno sobre o investimento. Caso você não seja um estrategista nato, vale contratar uma consultoria ou contar com a ajuda daquele amigo que trabalha com comunicação digital para buscar uns conselhos e, quem sabe, montar um plano em conjunto.

O segundo passo é ir até onde os seus fãs já estão – por exemplo, nas redes sociais. Considere ter uma página no Facebook e uma conta no Soundcloud. Ao mesmo tempo que você cria uma vitrine para as suas músicas, consegue trabalhá-las de forma mais pessoal. Nesse sentido, é interessante manter um blog com atualizações constantes. Assim, o seu público se mantém atualizado, sem você precisar oferecer uma atualização individualizada, como seria o caso nas redes sociais.

Esforce-se para manter o profissionalismo no ambiente digital. Por mais que a sua banda esteja começando, ninguém quer escutar uma música mal acabada ou ver um design “tosco”. Vale investir na imagem e na música da sua banda, principais cartões de visita para uma carreira bem sucedida. Se a sua banda já possui uma base de fãs razoável, por que não arrecadar verba em plataformas de crowdfunding para a gravação de um single novo ou para a confecção de uma embalagem bacana de um disco?

Por fim, tenha uma presença online consistente e constante, sem perder de vista que mais vale qualitativamente com poucas ferramentas do que estar cadastrado em várias e deixar a maioria sem atualização.

O que está em jogo aqui é colocar a música para circular – afinal, esse é o seu principal produto, certo? O marketing online é um processo, não um ponto final. É um conjunto de estratégias que permite à sua banda promover as músicas e se engajar com os fãs. O objetivo é construir uma campanha sólida e contínua que vai evoluindo e sendo alimentada pelos shows realizados e o tempo de trabalho no estúdio. Pensando além, estar online significa criar novos modelos de negócio para a música que passam por novos canais de circulação e distribuição – sem esquecer, claro que, tão importante quanto ter uma página no Facebook, é cultivar conexões no mundo offline.

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Leia o que já falamos sobre redes sociais aqui.

Foto: Guitar Study 1, por fmerenda, CC BY-SA 2.0

Já pensou em usar GIFs para divulgar a sua música?

Foto: Die Felsen im Studio, por scytale, CC BY 2.0

Quando se trata de divulgar um trabalho musical, os artistas precisam estar atentos às possibilidades da cultura digital. Quanto maiores as facilidades de gravação e produção, mais músicos usam as ferramentas para dar corpo às suas ideias – e, com mais músicos trabalhando, mais acirrada é a competição pela atenção do público. Assim, vão se destacar os que pensarem “fora da caixa” e utilizar os canais certos para atingir os fãs.

Um exemplo de estratégia criativa de divulgação é a do rapper Theophilus London, que esteve no Brasil em 2010. O nova-iorquino vai lançar um CD de remixes do seu último trabalho “Timez Are Weird These Nights” e está usando um método nada convencional para divulgar as músicas: GIFs animados. O disco, que foi lançado no dia 24 de abril, está sendo patrocinado pelo buscador Bing, da Microsoft, e terá um GIF para cada faixa, produzida pelo Mr-Gif.com.

Retomando parte da discussão anterior sobre a importância das capas de discos, esse caso mostra na prática como a imagem é importante na complementação de um trabalho musical.

Mais uma curiosidade: como quase todos os DJs que participam do trabalho de London já são conhecidos, o artista, em parceria com o Bing e o Talenthouse lançou um concurso para que DJs fizessem uma nova versão para a faixa “Around the World”. O ganhador não só participará do disco, como ganhará US$ 3.500.

Confira o tumblr com os GIFs publicados até agora e ouça uma das faixas do disco.

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Com informações do Mashable

Foto: Die Felsen im Studio, por scytale, CC BY 2.0

O modelo de negócios “marketing direto pro fã”

Marketing Direto Para o Fã

A internet mudou definitivamente a forma de se fazer negócios com música. Um modelo bastante utilizado atualmente por artistas e gravadoras é o marketing – ou venda – direto para o fã, sem intermediários. É como se esse modelo reproduzisse a prática, ainda corrente, das bandas montarem banquinhas de CDs, camisetas e demais mercadorias no local do show. A principal diferença é que, na internet, o fã pode acessar os produtos em qualquer hora, de qualquer lugar.

Ferramentas e serviços

A CASH Music se define como uma organização sem fins lucrativos que constrói ferramentas digitais de código aberto para artistas e selos. Por enquanto, somente algumas funções estão disponíveis: coleta de e-mails para mailing list, integração de redes sociais e gerenciamento de datas de shows nos próprios sites dos músicos. Artistas como Iron & Wine, Amanda Palmer, Urge Overkill e Zola Jesus são alguns que usam a plataforma. Através de uma arrecadação bem-sucedida no Kickstarter – uma das primeiras e mais populares ferramentas de crowdfunding do mundo –, o CASH Music vai investir na usabilidade, adicionar ferramentas para o streaming de música e desenvolver a funcionalidade de e-commerce.

Diferente da ferramenta acima, o Bandcamp cobra uma taxa de 15% para cada venda realizada através dela, mas está mais desenvolvida e tem estrutura mais amigável. Ela permite que o artista utilize diversos formatos de áudio, defina as formas de venda – grátis, preço pré-determinado ou escolhido pelo fã –, faça integração com o Facebook, entre outras funcionalidades. Veja aqui exemplos de páginas criadas por artistas no Bandcamp.

A plataforma brasileira Zamus também é outro exemplo de modelo de negócio do tipo “marketing direto para o fã”. Ela usa a integração com o Facebook para os músicos subirem seus álbuns e os compartilharem em suas páginas na rede social e no site da plataforma. O processo é simples e há mais informações no blog do Zamus.

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O momento atual é de experimentações, de utilizar as ferramentas disponíveis para recriar o mercado de música, abalado por modelos de negócios que se mostraram ineficientes no ambiente digital. O marketing direto para o fã pode não ser o ideal para todos os artistas, mas é uma forma de deixar os músicos e selos no controle de seus produtos, definindo qual a melhor maneira de lidar com a sua produção e que preço cobrar por ela.

Farol Digital

 

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