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A escassez de casas de shows: quem sabe quer fazer ao vivo

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A grande quantidade de novos artistas que diariamente divulgam suas músicas pela internet é um dos resultados da ampliação do acesso às tecnologias de gravação e distribuição de música. Mas, depois da obra gravada, o que mais o artista quer é poder demonstrar o seu trabalho ao vivo.

Entretanto, é grande o número de reclamações de artistas sobre as casas de shows. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, são poucas as que combinam boa qualidade de som e luz a preços acessíveis. Casas de pequeno e médio porte, ideais para apresentações intimistas e de artistas iniciantes, são escassas.

O Estrombo enxerga a circulação como um dos principais vetores da cadeia produtiva da música e visa estimular o investimento não só em quantidade, mas principalmente em diversidade e qualidade para todo o estado do Rio de Janeiro. É fundamental encontrar novas soluções: espaços acessíveis para variados estilos e públicos. Espaços que valorizem a experiência do “ao vivo”, mobilizando pessoas em torno da música de forma inovadora.

No Rio de Janeiro, a falta de apoio às casas é visível e ainda faltam investidores que despontem nesse sentido, estimulando a economia do entretenimento como forma de negócio.

Assista abaixo a entrevista feita com o diretor do Grupo Matriz, Leo Feijó, no dia do evento de lançamento do projeto Estrombo:

Você atua na produção ou gestão de um empreendimento artístico? Entre em contato com o Estrombo e participe.

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1 comentário

  1. [...] a música está pronta, como levá-la para os consumidores? Já comentamos aqui sobre o problema da escassez das casas de shows. E, no plano da internet, fica a pergunta: como fazer a música circular pela rede e chegar ao seu [...]

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