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A economia da música que vem das periferias: mapear é preciso

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Uma das áreas fundamentais do projeto Estrombo é a pesquisa. Ela será a base para entendermos melhor onde se localiza, quem faz parte e quanto dinheiro circula na cadeia produtiva da área da música do Estado do Rio de Janeiro. Fazer o mapeamento é uma forma de detectar gargalos e, ainda, subsidiar políticas públicas voltadas para o desenvolvimento e formalização do setor.

A música das periferias movimenta muitas pessoas e recursos, não só aqui no Rio de Janeiro, mas também em outras cidades brasileiras. É uma economia que gera grande valor, mas que ainda não é bem aproveitada e divulgada. Um exemplo do que acontece no Rio de Janeiro é o funk carioca.

Pesquisa realizada pela FGV mostra que, só em ingressos para os bailes, o funk movimenta R$ 10 milhões por mês. Identificar essas economias emergentes e fazer com elas dialoguem entre si (e com as demais economias criativas) é importante para estimular o desenvolvimento de diferentes modelos de negócios.

“Um aspecto importante do projeto é que ele não se prende a um único tipo de música. Uma das constatações que levaram à criação do projeto é que existe toda uma economia vindo das periferias das cidades brasileiras, inclusive aqui no Estado do Rio de Janeiro, que tem um vigor econômico muito grande”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getulio Vargas, sobre o Estrombo, em entrevista concedida no dia do lançamento do projeto. Assista o vídeo da entrevista:

Se você ou seu empreendimento buscam desenvolver negócios em torno da música, participe do projeto Estrombo. Inspire-se no blog do Estrombo e acompanhe as novidades também no Twitter, Facebook, Youtube e Flickr.

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3 comentários

  1. Achei super bacana e quero fazer parte do estrombo, sou Musico e Produtor da Velha Guarda Show da Vila Isabel com 8 anos no mercado quebrando pedra, mais já fomos do outro lado do mundo algumas vezes com a nossa musica. Passei pela Sibéria abri o Show do U2 para 250.000 pessoas,China-Pequim representamos o Brasil no Gala Latino, na Rússia com Ballet de Boshoy e somos o primeiro grupo de Samba a estar no Oriente Médio em 10 Cidades . Bem temos história e estrada mais não sei como alavancar isso para conquistarmos nossa independência e não ficar com o pires na mão vendendo Show para alguns comerciantes que não respeitam os músicos e a nossa Cultura.

  2. Esqueci de dizer sou diretor de uma associação de moradores do morro dos macacos em Vila Isabel e nosso movimento é com Samba e desejaria ver uma pesquisa como foi feita pro funk , direcionada pro Samba e se houver me mande. Agora estamos desenvolvendo o movimento do Charme na Comunidade etc…aguardo o contato de vcs.não se esqueçam de mim.

    1. Caro Adilson,

      como vai?

      Até 2013, o Estrombo vai oferecer cursos de capacitação, seminários e feiras de negócio para todos os agentes da cadeia produtiva da música do estado do Rio de Janeiro. Atualmente, o Instituto Overmundo iniciou uma pesquisa de mapeamento para se aprofudar no mercado de música do estado. Aos poucos, publicaremos pontos sobre a pesquisa no blog.

      Todos os eventos e cursos serão divulgados nas nossas redes e no blog.

      Cordialmente,

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