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A economia criativa como vetor de desenvolvimento

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Viver do próprio trabalho artístico é o objetivo de todos que despontam para o mercado da música a cada ano. No entanto, o que para uns parece um simples caminho a ser traçado, para outros acaba sendo visto como sonho distante: dentro de um abundante cenário musical, os artistas, peças fundamentais dessa engrenagem criativa, muitas vezes se veem sem alternativas para profissionalizar o seu trabalho e desenvolver negócios sustentáveis economicamente – e que, acima de tudo, sejam estimulantes. Mas, se é de boas ideias e de inovação que se vive melhor, fica o recado: a economia criativa está sendo percebida como fundamental para mudar esta realidade.

Não é raro encontrar artistas, produtores e outros profissionais ligados à cadeia musical dedicados a outras funções cotidianas. E é ainda menos raro que estas outras atividades não dialoguem em nada com a atividade dos sonhos pretendida por eles, sendo apenas meio de sustento ou de formalização da vida profissional não encontrada dentro da carreira desejada. Mas esta realidade está, nos últimos tempos, se reconfigurando para quem busque trilhar com os próprios passos os caminhos pelos quais sonham em ver sua banda passar.

Com a falência do modelo tradicional do mercado fonográfico, os artistas começaram a olhar além do buraco da fechadura das gravadoras tradicionais e passaram a tratar suas carreiras menos como barcos a serem navegados por um comandante de pulso firme e mais como embarcações coletivas, prontas para receber sugestões e agregar conteúdo e parcerias, e abertas a todo tipo de flexibilidade no leme.

O resultado dessa direção livre e colaborativa não poderia ser mais animador: o cenário musical vem se revitalizando e se reestruturando sobre plataformas móveis de geração de conteúdo, que contam com parcerias mais personalizadas para a geração de novos negócios. São milhares de artistas que produzem seus trabalhos, os divulgam pelos poderosos canais das redes sociais e agrupam seus próprios fãs em torno do que, no final de contas, é o que realmente importa: a boa música!

Apesar de ainda haver aqueles que criticam os novos rumos tomados pelo clássico modelo de negócio da música, é bastante clara a percepção de que o processo criativo e empreendedor chegou para fincar bandeira em território a ser explorado. Os empreendedores que se preocupam em compreender as mudanças e fazer parte do desenvolvimento das mesmas já entendem que a economia da música se desloca de uma orientação descendente para uma outra muito mais revitalizada e democrática, dirigida para cima, aproveitando os múltiplos caminhos que a iniciativa pessoal e direta proporciona na (re)estruturação deste mercado criativo e promissor.

E, se não há dúvidas de que o Brasil tem música no sangue, FOMIN/BID, SEBRAE e FGV, através do inovador projeto Estrombo, fazem parte do time que aposta na criatividade correndo nas veias e trazendo frutos para uma economia mais versátil e inovadora. Por que não? É tudo uma questão de iniciativa e pé na estrada, com o olhar sempre para frente.

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1 comentário

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