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Napster, o software que revolucionou a indústria fonográfica desembarca no Brasil: O que isso representa para a indústria fonográfica?

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Quem está na web desde antes dos anos 2000 se divertia através de conexão discada (e apenas nos fins de semana) e demorava horas para baixar uma mísera música através do Napster. O software, que foi um responsáveis por mudar a indústria fonográfica, não é mais um serviço de compartilhamento de arquivos piratas: ressurgiu como um serviço de streaming e chega ao país no mês que vem.

O serviço entrará em campo substituindo um serviço já consolidado por aqui. Em comunicado distribuído aos assinantes do serviço de músicas Sonora, o Terra avisou que eles serão migrados para o Napster “sem precisar fazer nada nem pagar a mais por isso”.

A empresa diz que o produto chega ao Brasil no dia 1º de novembro, mas já é possível se cadastrar para experimentá-lo por sete dias gratuitamente. Depois disso é preciso pagar uma taxa de R$ 14,90 por mês.

O Napster conta com um acervo com mais de 10 milhões de músicas que podem ser acessadas via navegador, dispositivos móveis e também baixadas para que o usuário ouça em modo offline. Para conferir, clique aqui.

O que é?

O Napster foi lançado em 1999 por Shawn Fanning e Sean Parker, que mais tarde se envolveria com o desenvolvimento do Facebook.

O programa era usado para compartilhamento de arquivos de música em esquema P2P – tal qual o BitTorrent hoje.

Ele foi responsável pelas primeiras grandes investidas da indústria fonográfica contra o pirateamento de criações musicais; nesta conta entram a banda Metallica e a cantora Madonna, que teve um álbum inteiro divulgado pelo Napster antes de seu lançamento – o que nos anos 2000 era novidade.

Apesar de ter apanhado bastante de órgãos como a RIAA (associação que representa gravadoras norte-americanas), o Napster lutou para se por na legalidade, prova disso é que o serviço já opera no mercado europeu disponibilizando músicas via assinatura em esquema de streaming. O mesmo que chega ao Brasil.

Com informações dos sites: Meio & Mensagem, Estadão e Tecnoblog.

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