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Gravadoras ajustaram-se ao modelo web e encontraram um ótimo modelo de negócio

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O surgimento e o avanço da internet mudaram quase radicalmente o setor musical de negócios. O impacto das novas tecnologias – e, em particular, da pirataria on-line – devastou o setor, mas as companhias encontraram meios de se adaptar e redesenhar sua atuação fazendo possível a geração de renda.

As gravadoras passaram a negociar seu acervo com operadoras de celular, sites de download pago e rádios on-line, além de se lançar à produção de shows e eventos.

As gravadoras já licenciaram 11 milhões de faixas para 400 serviços de download em todo o mundo. Em 2003, o número de serviços legais não chegava a 50, o catálogo disponível era dez vezes menor e a receita não passava de US$ 20 milhões

Um relatório da International Federation of Phonographic Industry (IFPI) revela que, em 2009, 27% do faturamento da indústria global da música veio de canais digitais, com vendas de US$ 4,2 bilhões, 12% a mais que em 2008.

No Brasil, a receita da Sony em 2009 subiu 16,5%. A venda de música em formato digital foi o segmento com expansão mais acelerada: 39%. O digital representa 12% do faturamento da gravadora, mesma média do mercado brasileiro. A venda de DVDs teve um desempenho próximo, com crescimento de 37%.

Já em 2012, os artistas britânicos lucraram em 2012 um total acima dos 61 milhões de euros, um valor recorde, apenas com os serviços de música online como o Google Play, o iTunes e o Spotify. Isto traduz-se numa subida de 32,2% em relação ao ano anterior.

Os números mostram também que os downloads legais cresceram 12% no mundo todo em 2012, chegando a 4,3 bilhões de canções.

Entre os artistas que colaboraram para o bom resultado estão a cantora pop canadense Carly Rae Jepsen. Ela liderou as vendas mundiais de singles em 2012 com sua canção “Call Me Maybe”, que vendeu 12,5 milhões de exemplares, seguido do belga-australiano Gotye, com “Somebody I Used To Know (11,8 milhões de exemplares vendidos). A cantora brasileira Carolina também é exemplo e está entre os dez mais.

O Brasil também entrou entre as dez no ranking com a canção “Ai Se Eu te Pego” que foi o 6º single mais vendido no mundo no passado.

A popularização do compartilhamento de música pela Internet, assim como a tecnologia, estruturou novas relações entre as gravadoras, os artistas e os internautas e o ambiente digital se tornou um forte aliado.  Tire proveito das oportunidades que a internet oferece: divulgue seu trabalho, lucre.

Com informações dos sites infoabril, djputop e criativa marketing.

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