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Música brasileira agrada compradores estrangeiros

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Foto: Mixdown!, por spaceamoeba, CC BY-SA 2.0

Rodada de negócios reúne executivos de grandes empresas e profissionais fluminenses

Por Regina Mamede

Um encontro de meia hora com cada um dos oito compradores americanos foi o tempo destinado aos 27 profissionais de música no Rio de Janeiro. A Rodada de Negócios que aconteceu nesta quarta-feira (18) fechou o Projeto Encounters – Comprador & Imagem.

A negociação com executivos de empresas do porte da Microsoft, Apple e Getty Images – um banco de dados de imagem digital – é mais uma das ações do projeto Estrombo, do Sebrae/RJ em parceria com o Brasil Música & Artes (Brasil Music Exchange – BM&A), e apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Decidi vir ao Brasil para ver as pessoas que estão por trás da música. A qualidade é muito boa e todos fazem uma produção que acompanha as influências globais, mas com a característica brasileira”, definiu o diretor do Departamento de Música da Microsoft, Kyle Hopkins. “Estar aqui é o primeiro passo para estabelecer relações de negócios. Achei o cenário muito promissor”, reforçou o vice-presidente da Music Dealers, Kavi Ohri, empresa de sincronização de músicas que podem ser usadas em comerciais e filmes.

Os 27 profissionais que participaram da rodada de negócios foram escolhidos entre 50 candidatos. A seleção foi resultado de um pitching – modalidade de encontro em que os interessados fazem a defesa do projeto, que aconteceu nesta terça (17). Achei um formato interessante, sobretudo, porque são todos dos Estados Unidos, o que facilita a interação entre eles. No meu caso, entendi melhor como funciona a sincronização, quando a música pode ser usada em comerciais ou jogos eletrônicos”, avaliou Carlos Mills, dono da gravadora carioca Mills Records, que participou do evento pela primeira vez.

Para David McLoughlin, da BM&A, “a música brasileira é reconhecida pela sua qualidade e isso ninguém discute. O que propomos é que empresários e artistas encarem essa produção criativa como um negócio, desde o registro da música à confecção de um cartão de visita que permita conexão com o celular e possa mostrar a canção na hora para o comprador”.

“A iniciativa é importante para que os empresários da cadeia produtiva da música conheçam as novas tecnologias e identifiquem as oportunidades de negócios ligadas à comercialização e distribuição da música”, arrematou a gestora do Estrombo, Marília Sant´Anna, do Sebrae/RJ.

Fonte: Agência Sebrae RJ

Foto: Mixdown!, por spaceamoeba, CC BY-SA 2.0

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