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Aplicativos musicais: o futuro do negócio da fonografia?

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Já falamos algumas vezes aqui no Estrombo como aplicativos musicais vêm estimulando a criação de novos hábitos de consumo dos fãs e como algumas bandas utilizam a tecnologia para distribuir sua produção. Nessa mesma tendência, a Flurry, empresa de marketing especializada em tecnologia mobile, publicou uma pesquisa, onde foi apontado que o uso de apps musicais cresceu 72% entre outubro de 2011 e março de 2012.

O número indica que mais e mais pessoas com smartphones e tablets vêm aderindo ao consumo musical por aplicativos, seja através de serviços de streaming ou até mesmo através de jogos despretensiosos como é o caso do Song Pop – uma competição que você faz entre seus amigos para ver quem consegue acertar o maior número de músicas no menor tempo possível.

Ainda que os dispositivos sejam caros para os padrões brasileiros e o desenvolvimento dos programas não seja tarefa simples, já existe uma série de bandas por aqui investindo nos seus apps próprios. Em outra direção, existem aplicativos como o Shuffer.fm ou o Exfm, que disponibiliza músicas através de fontes publicadas em blogs, quase fazendo uma curadoria. E além disso, há também reprodução musical, como o Vinyl Tap que tenta recriar no iPad a experiência de escuta musical do toca-discos, ou como o Spotify – ainda não disponível no Brasil – ou o Rdio que, através da contratação de uma assinatura, dá acesso a uma biblioteca potencialmente infinita de músicas.

Os exemplos são vários. Quais os seus aplicativos musicais preferidos?

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Foto: Heavy Roc Music, por p_kirn, CC BY-SA 2.0

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