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Grupo propõe novas formas de produção musical

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Entre as questões, Sebrae e parceiros debatem modelos alternativos de financiamento

Por Regina Mamede

Rio de Janeiro – Criar base sustentável e dar mais visibilidade aos agentes da cadeia produtiva da música. Essas foram as questões centrais discutidas no primeiro encontro deste ano da coordenação do Projeto Estrombo, desenvolvido pelo Sebrae/RJ em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A reunião foi realizada na segunda -feira (26), no centro da cidade.

Lançado em dezembro de 2010, o projeto traz como proposta central estimular a criação de negócios usando novas tecnologias. Entre elas estão jogos eletrônicos, redes sociais, celulares e comercialização da música por meio da internet. Esses recursos permitem a interação entre quem cria e os usuários. “Este é o momento para que o Estrombo possa ampliar suas ações de marketing e potencializar a divulgação dos seus conteúdos e serviços”, afirmou a coordenadora nacional de Economia Criativa do Sebrae, Débora Mazzei.

“O mercado está acostumado a pensar de forma linear, quando o momento exige dinamismo. As oportunidades podem estar na integração de diferentes setores e prova disso é o modelo bem sucedido da música aliada à informática. Iniciativas mais ousadas chamam atenção da mídia e dos investidores”, observou Luciano Schweizer, do Fundo Multilateral de Investimento do (BID).

Parcerias

A criação de um circuito de espetáculos regionais, parcerias com casas de shows e links do portal do projeto com os editais do governo foram sugestões apresentadas pela representante da Secretaria Estadual de Cultura, Thaina Halfed. “Os modelos devem contemplar quem está começando a carreira, mas não tem como arcar com custos. É preciso criar possibilidades, como mecanismos especiais de financiamento”, destacou.

O projeto conta com a parceria da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Instituto Cravo Albim, da Associação Brasileira de Música Independente (ABMI) e do Instituto Social Overmundo, entre outras entidades. Segundo a gerente de Economia Criativa do Sebrae no Rio de Janeiro, Heliana Marinho, trata-se de um grupo bastante representativo. “O desafio do Estrombo é articular todas as potencialidades desses parceiros, que são capazes de identificar demandas, desenvolver pesquisas de mercado, propor plataformas de comercialização e oferecer serviços e capacitações para o público-alvo”, reforçou a gerente.

Fonte: Agência Sebrae

Foto: Mixdown!, por spaceamoeba, CC BY-SA 2.0

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