A tecnologia digital vem modificando as práticas do negócio da música em vários aspectos, do surgimento de novos canais de distribuição ao aparecimento de novos agentes e mediadores na cadeia produtiva. Grande parte dos artistas e produtores enxerga as novas tecnologias como fundamentais no processo, da criação à distribuição: elas têm se mostrado fundamentais para os profissionais independentes, que estão nos sites de redes sociais criando formas de fazer a música circular.
No entanto, ao mesmo tempo que a tecnologia cria oportunidades para a classe artística, também cria deveres, como a necessidade de construir e manter um relacionamento com o seu público e com os outros agentes da cadeia produtiva da música. Isso parece fácil, certo? Pelo contrário: demanda grande esforço dos músicos manter seus perfis em redes sociais e interagir com os fãs. Na rede, tudo precisa ser atualizado o tempo todo, respondido e comentado.
As grandes perguntas que o artista deve fazer ao criar um perfil num site de rede social são “para quê?” e “esse site é o melhor para o meu objetivo?”. Por exemplo, o MySpace pode até funcionar sem muita interação, mas se popularizou como um bom lugar para expor as músicas e divulgar datas de show; já o Twitter e o Facebook demandam constante atualização e interação. No caso do Facebook, você ainda precisa escolher se vale mais a pena manter a página, o perfil ou os dois. Isso para ficar só nos sites mais populares. O ponto a ser observado é: quando você oferece ao fã um lugar para ele interagir, é dever do artista participar dessa interação.
Um dos objetivos do projeto Estrombo é estimular formas inovadoras de integração da cadeia produtiva da música com novos canais de distribuição, dentre eles, as redes sociais. Por isso, queremos saber como você enxerga e trabalha essas possibilidades de comunicação no ambiente digital. Use o espaço de comentários abaixo ou o formulário de contato para participar desse debate. Inspire-se no blog do Estrombo e acompanhe as novidades também no Twitter, Facebook, YouTube e Flickr.








