O marketing online é um processo, não um ponto final. É um conjunto de estratégias que permite à sua banda promover as músicas e se engajar com os fãs. O objetivo é construir uma campanha sólida e contínua que vai evoluindo e sendo alimentada pelos shows realizados e o tempo de trabalho no estúdio. Pensando além, estar online significa criar novos modelos de negócio para a música que passam por novos canais de circulação e distribuição
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Já pensou em usar GIFs para divulgar a sua música?
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Na internet, fãs de gêneros musicais variados tornam públicas suas habilidades musicais ao registrar e compartilhar vídeos caseiros interpretando e recriando canções tornadas famosas por outros artistas. Enquanto alguns fazem isso por diversão, outros investem a sério nesse espaço, criando seu próprio grupo de admiradores.
Os apps são uma ferramenta importante no marketing musical porque eles criam outros níveis de engajamento com a música. Ainda que os CDs, discos de vinil e até as fitas cassete sejam importantes e devam ser trabalhados para aqueles que veem viabilidade econômica nesses formatos, toda uma geração conectada a redes sociais e smartphones precisa receber a música também numa embalagem que “fale a sua língua”.
A cultura do remix se articula com todos os tipos de produtos da indústria cultural, como músicas, vídeos, livros e fotografias. Se, por um lado, em geral há o interesse das corporações, editoras e detentores de direito autoral de assegurar a restrição ao uso de suas obras; por outro, toda uma geração de jovens adultos que cresceu com a popularização da internet se sente no direito de apropriar criativamente de produtos preexistentes e resignificá-los segundo suas próprias visões de mundo – dando um novo sentido para eles e criando algo totalmente novo.
É muito comum que os músicos – e todos os artistas, em geral – sejam cobrados quanto à originalidade de seus trabalhos. Muitas vezes, o processo de criação envolve a maneira como o artista lida com suas referências, seja na melodia, no arranjo ou na letra. Em outra direção, a citação pode ser ainda mais explícita, como é o caso do sampling.
Um exemplo de estratégia criativa de divulgação é a do rapper Theophilus London. O nova-iorquino vai lançar um CD de remixes do seu último trabalho “Timez Are Weird These Nights” e está usando um método nada convencional para divulgar as músicas: GIFs animados. O disco, que foi lançado no dia 24 de abril, está sendo patrocinado pelo buscador Bing, da Microsoft, e terá um GIF para cada faixa, produzida pelo Mr-Gif.com.
A cantora Björk lançou um “álbum-aplicativo” no fim do ano passado para que os seus fãs pudessem expandir a experiência musical e “jogar” as canções de seu disco “Biophilia” enquanto as ouvem. Independentes entre si, todos os aplicativos tentam traduzir o conceito do álbum: a relação entre natureza e tecnologia.
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